E-book

Baú de um Repórter

O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.

Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

E a inspeção veicular, hein, continua rendendo!

O contrato com a Inspar, empresa vencedora da licitação para realizar a inspeção veicular no Rio Grande do Norte, além do questionamento quanto aos valores a serem cobrados, incluindo aí um selo, será por 20 anos de concessão. Uma “galinha dos ovos de ouro”, sem dúvida. A coisa é tão obscura que até mesmo o senador Paulo Davim, do Partido Verde, chama a atenção do Ministério Público Estadual através do twitter (rede social de microblogs). Também o promotor Fernando Wasconcelos, também no twitter, questiona o contrato.

Como se observa, o contrato com a Inspar feito no governo passado e publicado no Diário Oficial no sábado de carnaval é bastante obscuro. Não se trata de questionar os serviços a serem feitos, pois trata-se de uma lei em todo o país, mas a forma como a Inspar foi contratada e os valores a serem cobrado. Pra se ter uma ideia, e isso já tive oportunidade de falar aqui neste espaço, o mesmo serviço a ser feito em São Paulo terá um valor bem menor do que o que será realizado no Rio Grande do Norte. E olha que a capital paulista tem o maior índice de poluição veicular na América Latina.

O jornal Tribuna do Norte hoje traz reportagem dizendo que em Santa Catarina, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, decidiu realizar audiência pública aberta para a toda sociedade, na qual os participantes devidamente inscritos, tiveram o direito de opinar sobre a inspeção veicular. Apresentando suas sugestões e contribuições para a aprovação de um cronograma de atividades, o estado permitiu que o cidadão participasse do início ao fim do processo de implementação do projeto de inspeção veicular em Santa Catarina e não apenas pagasse pelo produto/serviço final, como ocorre no Rio Grande do Norte.

Está aí uma boa sugestão para ser seguida nas terras de Poti. Por que não se fazer isso aqui também? Por que não ouvir a sociedade a respeito dos serviços que serão oferecidos, no caso da inspeção veicular? Aliás, tem muita gente defendendo que não há necessidade disso. Basta que as empresas automotivas já readequem os automóveis para não poluir tanto o ar, ou melhor, para não poluir.

A continuar assim vai chegar o dia em que vamos ter que pagar taxa para respirar o próprio ar. Duvida?

Compartilhe:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *