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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

Pasme, não bastasse Sarney, de novo Renan!

O PMDB cobrará um preço para compensar a perda de poder no setor elétrico: a candidatura única do senador José Sarney (AP) à presidência do Senado, devolução da Eletronorte à legenda (hoje ocupada interinamente pelo técnico Josias Matos de Araújo) e apoio do governo no processo de reabilitação de Renan Calheiros (AL). Por essa estratégia, Sarney será eleito presidente do Senado de agora a 2012, e Renan lhe sucederá, com o apoio do Palácio do Planalto e do PT.

Por decisão da presidente Dilma Rousseff, que resolveu fazer uma varredura no setor elétrico, o atual presidente da Eletrobras, Antonio Muniz Filho, será substituído por Flávio Decat. Muniz Filho é apadrinhado de Sarney, que o quer na Eletronorte, estatal que ele já presidiu. Pelas regras criadas pela presidente, na qual predominará a nomeação de técnicos para as empresas do sistema elétrico, um partido pode adotar o profissional. Muniz Filho é um técnico que acabou caindo nas graças de Sarney.

Essa informação consta hoje do jornal O Estado de S. Paulo. Custa a acreditar que a presidente Dilma Ruosseff e o seu partido, o PT, concordaram com isso. Tanto Sarney como Renan representam o que há de mais atrasado e obscuro no Congresso Nacional. O manda-chuva do Maranhão pelo visto vai se aposentar aboletado na cadeira de presidente do Senado. E o “cangaceiro” das alagoas voltará a comandar a Casa após a aposentadoria do velho cacique maranhense. O pior de tudo isso é que o acordo já está sendo feito dois anos antes.

Não, não queremos queimar a classe política, mas esse tipo de acordo só faz deixar os políticos mais deasgastados do que são. Sarney e Renan já provaram que seus nomes só desgastam a imagem já maculada do Congresso Nacional. Os dois já tiveram envolvidos em escândalos e ainda querem continuar a presidir o Parlamento maior do país.

Daí, pasme, não bastasse Sarney, de novo Renan!

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