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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Economia, Política

Mercado espera alta de juros mesmo após cortes

O Banco Central ficou “muito satisfeito” com o corte de R$ 50 bilhões, o Ministério da Fazenda avalia que ele pode reduzir o aperto monetário, mas o mercado ainda aposta em três altas nas taxas de juros até o final do ano. A Folha apurou que a equipe do ministro Guido Mantega (Fazenda) aposta no efeito imediato dos cortes para mudar as expectativas do mercado sobre a inflação já nos próximos meses, o que pode permitir um alívio na política monetária.

No plano ideal, a Fazenda espera que essa possível reversão das expectativas leve o BC a fazer apenas mais uma alta nos juros ou, no máximo, duas. Com isso, os juros, hoje em 11,25% ao ano, ficariam na casa dos 12%. A equipe de Mantega, porém, tem dito que tudo dependerá do efeito das medidas sobre a economia e que, se a inflação der sinais de alta, o BC não irá aliviar.

Segundo a Folha apurou, o presidente do BC, Alexandre Tombini, considerou muito adequado o volume de cortes e avalia que foi o suficiente para ajudar o banco no combate à inflação. Tombini, porém, evitou assumir compromissos sobre o ajuste na política monetária iniciado em janeiro, quando o BC subiu os juros de 10,75% para 11,25%. A ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) sinalizou que novas altas serão feitas nos próximos encontros do órgão.

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