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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
O primeiro debate com os oito candidatos que disputam a prefeitura de Natal nas eleições deste ano, promovido pela TV Universitária na noite desta segunda-feira, foi fraco e pobre de idéias. Fraco porque as discussões não levaram ao debate propriamente dito e pobre porque nenhum dos candidatos apresentou algo que os diferenciasse um do outro.
Todos tiveram a oportunidade de falar sobre vários temas, desde saúde, educação, passando pela questão do trânsito até o meio ambiente, mas nenhum deles disse como fazer para solucionar os problemas existentes nos vários setores abordados.
Muitos dos candidatos, senão todos, chegaram a fugir dos temas preferindo as provocações em torno de acordões ou acordinhos políticos. Outros preferiram levar as discussões para a questão da ética na política citando os casos de corrupção que imperam no país. Mas, no geral, nenhum dos candidatos levou o debate para o plano das soluções dos problemas que a cidade enfrenta.
Foram duas horas e meia de “debate” divididos em cinco blocos que não acrescentaram nada ao eleitorado. A retórica do discurso, como sempre nesse tipo de debate, prevaleceu. todos os candidatos, sem exceção, pensam em fazer o melhor pela cidade, mas não dizem nem como e aonde vão buscar os recursos. Apenas generalizam, citando o governo federal ou instituições financeiras internacionais. E os projetos para que os recursos possam vir? Cadê? Nenhum deles apresentou. Francamente, pareceu mais um programa eleitoral.
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