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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

Eleições municipais pela frente. Um momento de reflexão!

O twitter, pode se dizer, virou um termômetro das redes sociais. É no microblog que as pessoas desabafam e até criam campanhas contra isso e aquilo. E não é só no Brasil não, em todo o mundo. Mas vou me deter ao Rio Grande do Norte e em especial a Natal, sua capital.

Percebo diariamente na rede social as queixas contra a prefeita de Natal Micarla de Souza, única do Partido Verde a ocupar um cargo majoritário numa capital brasileira. As reclamações contra a sua administração, a que chamo de “Gestão de Mídia”, porque só faz aparecer na imprensa para dizer que vai fazer isso e aquilo e nada faz, são inúmeras.

No próximo ano teremos eleições municipais e Micarla tenciona ser candidata a reeleição. Tá aí uma oportunidade para um momento de reflexão, afinal de contas Micarla foi eleita em primeiro turno com o voto do povão e da “nova classe média”, um termo em moda colocado em prática pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. E quem é a nova classe média? Certamente aquele que passou da classe C para a classe B. Exatamente onde estão concentrados os votos que elegeram Micarla de Souza. Claro, sem falar na classe A que odeia o PT e votou não em Micarla por considerá-la o melhor pra Natal, mas contra a deputada Fátima Bezerra (PT), sua principal adversária na eleição passada.

Pois muito bem: Este momento de reflexão tem que começar a ser feito agora e não quando os candidatos, já postos por seus partidos de cima pra baixo, estiverem em campanha. É preciso a sociedade ter voz. Se as pesquisas de intenção de voto já vierem com nomes postos para o eleitor escolher, é melhor ignorá-las. Ter voz é dizer claro e abertamente quem você deseja para administrar sua cidade e não aceitar imposições de pesquisas eleitorais na maioria das vezes encomendadas pelos próprios partidos.

Por isso se faz necessário esse momento de reflexão. Se queremos uma cidade bem administrada não podemos nos deixar influir por pesquisas encomendadas. Do contrário, estaremos fadados a passar mais quatro anos lamentando como ocorre agora. O voto é a arma do eleitor. Se Micarla está decepcionando derrotemos ela na próxima eleição e escolhamos um nome sem os vícios de políticos incapacitados para administrar uma cidade que não chega a ter 1 milhão de habitantes.

Não deixemos que a grande massa da população incluindo aí o povão e a nova classe média eleja um prefeito simplesmente por ele ser “bonitinho” ou “bonitinha”. Não deixemos que a grande massa da população e a nova classe média eleja um prefeito simplesmente por ele ser de uma família tradicional na política. É hora de conscientizar esse povo. Micarla de Souza é a prova maior de que beleza não põe mesa, para usar um velho ditado popular. A própria classe menos favorecida reconhece hoje que Micarla foi um engodo eleitoral.

Portanto, o momento é de reflexão. E essa reflexão pode ser iniciada nas redes sociais.

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One Response to Editorial

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