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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial, Política

Denúncia que ficou no ar!

Há exatos 20 dias o vereador Júlio Protásio (PV) ocupou a tribuna da Câmara Municipal de Natal para criticar o vice-presidente da OAB/RN, Ricardo Vagner, por integrar um movimento contra a eleição à presidência da Câmara Municipal de Natal de vereadores denunciados pelo MP [Ministério Público] de participarem de um esquema de corrupção na Casa, no que ficou conhecido como Operação Impacto, e fez uma grave denúncia: De que o que era preciso fazer era acabar com a relação perniciosa como negociar cargos na Mesa Diretora e comprar votos por R$ 20 mil para se eleger presidente da Câmara. “O que é preciso acabar é com o fim das ações espúrias de candidatos à presidência da Câmara que oferecem R$ 20 mil para quem votar nele”.

Nem o MP, nem o Marcco [Movimento Articulado de Combate à Corrupção], e tampouco à imprensa deram importância a denúncia. Este Blog foi o único que tocou no assunto publicando matéria sob o título “Denúncia grave que precisa ser apurada”, postada às 15h06 do dia 22 de outubro último. O vereador Luiz Carlos (PMDB) ainda chegou a propor na sessão seguinte uma sindicância interna para apurar a denúncia do colega. Mas até o momento nada se ouviu falar. Nem o próprio denunciante voltou a tocar no assunto.

O que ocorre é que a Câmara Municipal está às vésperas de uma eleição – dia 1º de janeiro – para eleger os membros da sua nova Mesa Diretora e o presidente da Casa. E, certamente, uma denúncia como essa, como fez Júlio Protásio, repito, merece e deve ser investigada. É bom frisar que o vereador não deu nome aos “bois” ou ao “boi” que supostamente estivesse comprando voto para se eleger presidente da Câmara. Daí ser de suma importância apurar sob pena da CMN eleger um presidente pela força da compra de votos. O que seria lamentável!

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