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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

A ressaca moral do DEM

O Democratas está literalmente com uma ressaca moral. Abatido com as denúncias envolvendo o senador Demóstenes Torres, que não resta outra alternativa a não ser renunciar ao mandato, o partido de José Agripino Maia, emudeceu na sua prática de combate a corrupção com a falácia do discurso da ética e da moralidade na política.

O rei está nú. E não adianta vir com delongas. Demóstenes Torres encarna o próprio político brasileiro que diante do eleitor é uma coisa e nos bastidores age completamente diferente. E nesse caminho foram tantos outros, como José Roberto Arruda, ex-governador do Distrito Federal, expulso do Democratas por praticar o que se chamou “Mensalão do DEM”. Aliás, Arruda foi um dos que compareceram ao aniversário de 30 anos de vida pública  do senador José Agripino, há cerca de dois anos num hotel em Natal. Como se observa, Agripino Maia não anda em boas companhias.

Talvez estas companhias estejam deixando o presidente nacional do DEM em maus lençóis.  Não custa lembrar que a imprensa nacional corre atrás de rastros, e alguns jornalistas como Luiz Carlos Azenha, que mantém o blog Vi o Mundo, já andam bisbilhotando a vida do senador potiguar. Azenha, aproveitando texto do colega potiguar Daniel Dantas, publicou em seu site termo de interrogatório do empresário Gilmar de Carvalho Lopes, proprietário da Montana Construções do processo da Operação Sinal Fechado,  deflagrado pelo Ministério Público do RN em fins de novembro.

De acordo com o documento, datado de 24 de novembro de 2011, e assinado por Gilmar e pelos promotores de Defesa do Patrimônio Público Eudo Rodrigues Leite e Rodrigo Martins da Câmara, o senador José Agripino Maia, teria recebido em seu apartamento do Morro Branco, o advogado George Olímpio, acusado de comandar o esquema de corrupção no programa de inspeção veicular do Detran. Nesse encontro, ainda segundo o termo de interrogatório, estavam presentes Carlos Augusto Rosado, marido da governadora Rosalba Ciarlini, que teria testemunhado o recebimento, por parte do senador,de R$ 1 milhão destinado à campanha eleitoral de 2010.

O nome de José Agripino não constou originalmente da denúncia, porque o Ministério Público não tem competência para investigar o senador. Por isso, o depoimento de Gilmar foi encaminhado à Procuradoria Geral da República, em Brasília. Desde então, as investigações estão a cargo do procurador geral Roberto Gurgel.

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