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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
O vice, ah o vice!
Com a proximidade das convenções para homologações de candidaturas com vistas as eleições de outubro, é natural que já se comece a pensar nos nomes para companheiro de chapa. Ou seja, o vice. E, claro, isso passa pelas alianças partidárias. Óbvio que aquele partido com maior capilaridade eleitoral e que, portanto, vai somar no programa eleitoral, deve indicar o vice em qualquer candidatura majoritária. No entanto, o vice deve ser um nome que some, não dê pitaco e principalmente não venha a prejudicar o candidato.
Aliás, temos casos recentes de vices que deram trabalho. A própria Micarla de Sousa quando foi vice de Carlos Eduardo Alves, quando este foi prefeito da capital potiguar, e Robinson Faria (PSD), vice da atual governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini (DEM), que rompeu políticamete com ela. São exemplos que devem ser lembrados porquanto trouxeram desgastes as administrações.
No caso de Natal, onde os principais pré-candidatos a prefeito devem confirmar seus nomes nas convenções partidárias – caso de Carlos Eduardo Alves (PDT), Hermano Morais (PMDB), Rogério Marinho (PSDB) e Fernando Mineiro (PT) – os nomes dos vices já começam a ser especulados. O nome da ex-governadora Wilma de Faria (PSB), por exemplo, começa a ser ventilado para ser a vice de Carlos Eduardo Alves. Tenho cá minhas dúvidas se Wilma somaria na chapa de Carlos. E por que essa dúvida?
Primeiro, porque Wilma enfrenta problemas na Justiça. É ré na Operação Sinal Fechado – esquema de fraudes montado dentro do Detran/RN quando ela era governadora. Segundo, porque tramita no STJ (Superior Tribunal de Justiça) um processo contra ela. A socialista está sendo processada por ter utilizado serviços de procuradores do município, quando era prefeita, para uma defesa pessoal. Sendo assim, por razões óbvias, não seria um nome que pudesse somar, embora não se possa deixar de lembrar o seu capital eleitoral, Mas neste caso, o desgaste para Carlos Eduardo Alves poderia ser maior do que o capital eleitoral que Wilma tenha a oferecer.
Quanto a Hermano Morais, chegou-se a cogitar um padre para ser seu vice: Padre Nunes. Também, confesso, não sei se somaria. Poderia até ter votos do seu rebanho, mas certamente não agradaria a muitos outros cristãos, sem falar nos evangélicos, claro. Contudo, a Igreja vetou. Acho que o melhor para Hermano Morais seria ter o deputado federal João Maia (PR) como vice. Resta saber se ele – Maia – aceita. Duvido! Mas que seria um bom nome seria, até porque, mesmo que Hermano Morais não consiga se eleger, nem ele nem João Maia perderiam os mandatos, no caso Morais de deputado estadual e Maia de deputado federal.
Rogério Marinho deve ter mesmo um nome indicado pelo DEM. O deputado federal Felipe Maia seria um bom nome. Mas também nem ele nem o senador José Agripino Maia desejam isso. O fato é que o tucano terá que se contentar mesmo com uma outra indicação dos democratas.
O petista Fernando Mineiro deve formar uma chapa puro sangue, com outro petista ao seu lado. O natural seria que o PSB de Wilma de Faria indicasse o companheiro de chapa de Mineiro. Mas como no Rio Grande do Norte a recíproca da aliança nacional entre o PT e o PSB só serve para Mossoró, onde o PT indicou o vice da candidata a prefeita deputada Larissa Rosado (PSB), o PT de Natal terá que se contentar mesmo com uma chapa puro sangue. A conferir!
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