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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Tenho observado comentários em colunas de jornais e blogs que o deputado federal João Maia (PR-RN) anda se articulando nos bastidores para deslanchar sua candidatura ao governo do Rio Grande do Norte, e que um de seus principais interlocutores é o senador José Agripino Maia (DEM-RN), candidato a reeleição nas eleições do próximo ano.
Que João Maia quer ser candidato isso não é nenhuma novidade. Que ele vem se articulando pra isso também não se trata de nada novo. O detalhe é a sua aproximação com o senador Agripino Maia. Ou seria reaproximação? Isso, acredito, deve deixar a senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN), pretensa candidata à sucessão da governadora Wilma de Faria (PSB) de orelha em pé.
Já falei sobre isso em outra oportunidade. Mas vou repetir: Ninguém se surpreenda se Agripino abortar a intenção de Rosalba sair candidata ao governo. Todos sabem que a reeleição do senador José Agripino Maia é prioridade no DEM. Sendo assim, a “Rosa” corre o mesmo risco que o deputado Rogério Marinho, hoje no PSDB, correu quando no PSB e quis ser o candidato do partido a prefeito de Natal e a governadora Wilma de Faria cortou suas “asas”. Estaria Agripino “rifando” a candidatura de Rosalba?
Cabe outra pergunta: Caso Agripino apóie a candidatura de João Maia, numa aliança entre o seu DEM, o PR de Maia e o PSDB de Rogério Marinho, com quem ficará o senador Garibaldi Alves (PMDB-RN) candidato a reeleição e simpatizante da candidatura de Roslba Ciarilini ao governo do estado?
Barbosa, não quero entrar no mérido da discussão se o Senador Agripino vai ou não “rifar” a candidatura da Senadora Rosalba Ciarlini ao Governo.
Nem que a prioridade é a reeleição do Senador.
É uma prerrogativa do comando partidário do DEM.
Mas não se trata de uma engenharia polÃtica muito fácil de solucionar.
Se até lá a Senadora mantiver a lideranças das pesquisas de opinião e for excluÃda por uma decisão partidária, pode até não acontecer nada: mas Rosalba/Mossoró deselegem alguém.
O cirurgião desta operação terá que ser magnÃfico, preciso, infalÃvel. E o projeto eleitoral substituto de Governador terá que ser muito forte. Uma aliança polÃtica jamais construÃda no Estado.
Rifar Rosalba poderá ser entendido como rifar Mossoró.
Onde a Senadora teve quase 80% dos votos na última eleição.
Bom dia Ricardo. Concordo em gênero e grau com o que vc diz. Mas como em polÃtica tudo é possÃvel, ainda mais quando estar em jogo a reeleição de um “cacique”, toda a prioridade pra isso é pouco. Não custa lembrar João Faustino, quando Agripino e Lavoisier foram para o interior fazer campanha e deixou ele (Faustino) sozinho em Natal fazendo campanha. O resultado todos sabem. É verdade que a situação de Rosalba é diferente. Ela é lÃder no segundo maior colégio eleitoral no estado. Mas pode ser “convencida” a desistir da candidatura, afinal tem mais quatro anos no Senado. A conferir!