O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Arquivos
Links Rápidos
Categorias
E-book
O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
O debate deve ser os temas tabus e não os `modismos convencionais´
Afro-descendente ou negro; deficiente ou portador de deficiência; cego ou deficiente visual; homossexual ou homossexualidade? Tudo isso são terminologias que vez ou outra se inventa neste país varonil. Na verdade, uma questão de semântica, mas que no fundo quer dizer a mesma coisa. Seis por meia dúzia.
Estou me reportando a isso porque depois que reproduzi e fiz um Editorial, aqui neste espaço, sobre a reportagem do O Jornal de Hoje da última segunda-feira (20), falando sobre temas polêmicos como o aborto e a equidade de orientação sexual no programa de governo de Carlos Eduardo Alves, colegas andam me questionando no twitter sobre a palavra homossexual usada na matéria do vespertino e no meu Editorial.
Ora,ora,ora. Todas essas novas terminologias convencionais para dizer a mesma coisa são modismos, mas que têm o mesmo significado. No caso da palavra em questão, vamos ao Wikipédia: O que diz o dicionário cibernético da mesma era dessas novas nomenclaturas:
– Homossexualidade, também chamada de homossexualismo[nota 1] (do grego antigo ὁμός(homos), igual + latim sexus = sexo), refere-se ao atributo, característica ou qualidade de um ser, humano ou não, que sente atração física, estética e/ou emocional por outro ser do mesmo sexo biológico ou gênero social. Enquanto orientação sexual, a homossexualidade se refere a “um padrão duradouro de experiências sexuais, afetivas e românticas principalmente entre pessoas do mesmo sexo”; o termo também se refere a indivíduo com senso de identidade pessoal e social com base nessas atrações, manifestando comportamentos e aderindo a uma comunidade de pessoas que compartilham da mesma orientação sexual.”
Mas citemos também o Aurélio:
– Homossexualidade, caráter de homossexual, homossexualismo, inversão
Ou, como quiser: Homossexualismo, prática do comportamento homossexual.
Imagine, caro leitor, a manchete de um jornal assim: “As universidades federais terão cotas agora para afro-descendentes”. Ou: “O programa de governo de Carlos Eduardo Alves trata da valorização das diversidades nas escolas”.
Qualquer dia desses os acadêmicos de plantão vão convencionar também um outro nome para o aborto.
O falando politicamente correto cabe bem nos modismos dos estudos acadêmicos. No jornalismo não. Quando um jornalista escreve ele está escrevendo para pessoas heterogêneas de diferentes classes sociais e de diferentes formações culturais. Daí você ter que falar o mais simples possível para que as pessoas possam compreender.
Mas, enfim, não sei o por que de toda essa celeuma. Acho que o que está em questão são dois temas tabus que o candidato Carlos Eduardo Alves colocou em seu programa de governo. Essa deve ser a discussão. Não sou contrário aos temas, mas trata-se de assuntos polêmicos e que têm que ser tratados como devem ser. Com seriedade e sem discussão acadêmica.
A ampliação dos serviços de aborto, permitidos em lei, e também a inserção de conteúdos de educação para a “equidade de orientação sexual e valorização das diversidades”, conforme propõe Carlos Eduardo Alves em seu plano de governo, são temas tabus em nossa sociedade, e quando o programa fala de “inserção de conteúdos de educação para a equidade de orientação sexual e valorização das diversidades”, em outras palavras, está falando de levar o assunto da homossexualidade as escolas, até para evitar a homofobia. Mas o assunto, repito, tem que ser tratado com serenidade e levado à opinião pública.
Se não querem debater isso e preferem ficar no discurso acadêmico sobre a “diferença” entre homossexual e homossexualidade, é porque estão tentando desviar o cerne da questão.
Vc tá bacurau demais……afine um pouquinho….tá muito manjado…..kkkkkkkkk
Mas bacurau não é quem vota em Alves? Ou não? Quem é o candidato que tem o sobrenome Alves nesta eleição? Me responda, por favor!
Tô só brincando com vc sei de sua responsabilidade….e correção…sou Mineirim……o melhor para Natal….. infelizmente o povo do RN ainda tem a cabeça nas senzalas…mas ainda resta o futuro…rsrsrz
Amigo, pode ter certeza de uma coisa: Levo o jornalismo a sério. Tenho minhas convicções políticas, mas jamais usaria este blog para beneficiar este ou aquele candidato. Acho até que Mineiro é um candidato preparado, mas, infelizmente o eleitor natalense tem uma certa rejeição ao PT. Acha o eleitor daqui o PT muito radical. Não vejo assim, já foi, hoje não. Mas esse pensamento ainda permanece em Natal. Mas sem dúvida Mineiro daria um grande prefeito. Basta o eleitor ousar ao votar.
Devo dizer que o vídeo está na internet e não tem nada a ver com Hermano Morais. A bem da verdade, quem me chamou a atenção foi um leitor do blog. Aliás, Carlos Eduardo Alves não era pra está falando de seus adversários que apoiaram Micarla, se foi ele, seguindo conselho de Wilma, que aceitou que Micarla fosse sua vice. Daí, melhor ficar calado.