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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Carlos tenta explicar que `alho não é bugalho´
No momento em que surge a polêmica na campanha do candidato a prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), sobre se ele colocou ou não questões como aborto e homossexualidade em seu programa de governo, conforme reportagem do Jornal de Hoje, dois assuntos ainda tabus, eís que o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, em decisão inédita, aprova o casamento de uma união estável homoafetiva de um relacionamento há quase uma década.
Mas, Carlos Eduardo Alves em entrevista a uma emissora de Rádio negou que o seu plano de governo contenha referência ao aborto e a homossexualidade. Ou seja, a ampliação de abortos legais e o estudo da homossexualidade nas escolas da rede pública como forma de evitar a homofobia. Segundo o candidato, as referências ao aborto e a homossexualidade que estão – ou estavam – no seu site, do qual serviu de referência a reportagem do jornal, são apenas sugestões de eleitores recebidas durante sua campanha, e que os temas não estão incluídos no programa de governo registrado no cartório do TRE.
Se é assim, por que então que Carlos Eduardo Alves evitou comparecer a um debate promovido por moradores do Parque dos Coqueiros, zona norte da cidade, realizado no Salão da Paróquia local, com a participação dos principais candidatos a sucessão municipal? Será que deixou de ir para evitar a abordagem dos dois temas, já que todos sabem, a Igreja é contra o aborto, mesmo em sua prática legal, caso de estupro, e abomina a homossexualidade, e neste debate certamente muitos católicos estavam presentes?
Outra: Por que é que a sua equipe de campanha deixou em seu site as propostas tabus? Por que não as tirou de lá antes que virasse tema de reportagem como ocorreu? Agora o assunto virou polêmica e Carlos Eduardo Alves precisa explicar o por que de ter recebido propostas tão polêmicas e as tê-las conservado em seu site de campanha. Se o jornal usou de má-fé ao citar as propostas como sendo dele – Carlos Eduardo Alves – não me detenho sobre isso. O fato é que elas estavam lá, no site de campanha do pedetista. Difícil agora é explicar que alho não é bugalho.
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