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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

E dona Wilma, saiu do ar?

Observando a cena política e principalmente o Programa Eleitoral, observa-se claramente que o marqueteiro do candidato a prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), publicitário Alexandre Macedo, está evitando a aparição da ex-governadora Wilma de Faria (PSB), companheira de chapa do pedetista, no programa do candidato.

Considero três hipóteses para isso está ocorrendo:

A confirmação do STJ (Superior Tribunal de Justiça), após o início do programa eleitoral, de que Wilma de Faria praticou improbidade administrativa ao utilizar procuradores municipais para fazer sua defesa perante a Justiça Eleitoral, quando estava na prefeitura da capital potiguar. Na época, ela teria que justificar um contrato celebrado entre o município e a empresa MCS Consultoria Vida Ltda., para prestação de serviços na área de  saúde; o próprio desgaste do seu nome relacionado a escândalos ocorridos quando governadora do estado e; evitar a rejeição do eleitor “bacurau” à candidatura de Carlos Eduardo Alves, já que os ditos eleitores não veem muito bem a presença de Wilma ao lado de um Alves.

As duas primeiras hipóteses, aos olhos do eleitor, chamam a atenção diante da campanha que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) vem fazendo no Rádio e na TV, esclarecendo os eleitores para votar em candidatos ficha-limpa, embora Wilma de Faria seja apenas companheira de chapa de Carlos Eduardo Alves.

Em todo caso, a vinculação é natural. Sendo assim é provável que a não mais aparição da ex-governadora Wilma de Faria no Programa Eleitoral do candidato a prefeito Carlos Eduardo Alves tenha esse objetivo. Ou seja, evitar essa vinculação de improbidade administrativa de Wilma de Faria, segundo o STJ, com Carlos Eduardo Alves.

E olha que o capital eleitoral de Wilma de Faria é muito grande para um marqueteiro de um candidato que tem ela como sua vice deixá-la de levar ao ar. Certamente a queda de Carlos Eduardo Alves na pesquisa Certus/Tribuna do Norte, pode levar a que Alexandre Macedo reveja seus conceitos. Afinal, o principal opositor agora nestas eleições a Carlos Eduardo Alves é o deputado Hermano Morais, candidato do PMDB à sucessão municipal que subiu nas pesquisas e que tem como seu principal cabo eleitoral o ministro Garibaldi Alves Filho.

O fato é que Wilma de Faria ainda ensaiou umas aparições nos primeiros programas, mas depois da decisão do STF sumiu do vídeo. Não se viu mais Wilma pedir votos para Carlos Eduardo Alves, seu companheiro de chapa, no programa eleitoral. Sintomático, muito sintomático.

Penso que Carlos Eduardo Alves não pode prescindir da presença de Wilma de Faria em seu programa eleitoral, pois que sua desistência em sair candidata a prefeita fez migrar muitos votos para o pedetista. E não seria agora que Carlos Eduardo Alves iria negar isso. Seria um erro.

Esconder dona Wilma e não mais apresentá-la como sua vice, mesmo tendo ela praticado improbidade administrativa quando prefeita de Natal, sob a ótica do Superior Tribunal de Justiça, pode custar muito caro à Carlos Eduardo Alves. A conferir!

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One Response to Editorial

  1. […] Editorial, por Carlos A. Barbosa […]

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