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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

Todo assessor de imprensa deveria fazer um recall nos seus releases

Começo o ano fazendo uma crítica, até que construtiva, aos colegas assessores de imprensa, especialmente de políticos, que durante o ano enchem as nossas caixas de e-mails com releases que muitas vezes em nada interessa ao leitor.

Tipo: o político tal foi à missa de fulano. Ou: a festa de aniversário do empresário sicrano contou com a presença do político beltrano. Ora bolas. Esse tipo de release só serve mesmo ao colunismo social. E olhe lá. Só se o colunista tiver interesse ($) em promover o político, porque do contrário ou vai parar na lata do lixo ou vai merecer uma crítica na coluna.

Por isso entendo que todo assessor de imprensa deveria fazer um recall nos seus releases, ou seja, fazer uma solicitação de devolução de textos aos jornalistas que cobrem a área política quando perceber que determinado assunto em nada interessa ao leitor.

Já fui assessor de imprensa e sou sabedor de que muitas vezes é o político que pede ao seu assessor para ser mais divulgado na imprensa. Mídia “espontânea” é sempre bom, ainda mais se falar bem do político. Acontece que nem tudo o que o político pensa que é notícia é notícia. Cabe ao assessor esclarecer o seu cliente sobre isso, independente dele gostar ou não.

Ao assessor cabe fazer uma triagem do que vale a pena ser divulgado com a certeza de que o seu release não vai ao lixo. Muitas vezes melhor dar uma sugestão de pauta do que propriamente enviar um texto pronto aos jornais, rádios, TVs, portais e blogs.

Quando muito, no caso do release, uma nota de cinco linhas que pode até servir de pauta. Acho que valoriza mais o assunto a ser tratado e evita essa chatice de encher as caixas de e-mails com assuntos que nada interessam ao leitor. Fica a sugestão que como disse no início, vale mais como uma crítica construtiva.

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