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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

Não nos enganemos, o processo sucessório no RN foi iniciado, sim!

Bobagem pensar diferente. No Brasil termina uma eleição e já começa-se a pensar na outra. Até porque o espaço entre uma e outra não chega a dois anos. No plano nacional, por exemplo, praticamente as cartas foram postas na mesa ontem. Lula já lançou a presidente Dilma candidata a reeleição. Por sua vez, o tucano Aécio Neves, não comunicou ainda que é candidato, mas já lançou o balão de ensaio. O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), aliado de primeira hora do PT, não compareceu ontem a festa dos 10 anos no poder dos petistas. Sinal de que vai mesmo colocar o seu bloco na rua a partir de janeiro para também sair candidato ao Planalto. Marina Silva, que lançou na sema passada um embrião de um partido, pode-se dizer ainda é uma incógnita. Fato é que o processo sucessório foi lançado. Não nos enganemos!

No Rio Grande do Norte, como não foge a regra, isso também já começa a acontecer, embora ainda que muitos não admitam. Lido com a p0lítica desde que abracei a profissão de jornalista e isso já se vão quase trinta anos. Sei perfeitamente de que quando se fala em conjecturas, ou seja,  fórmula ou frase, a qual não foi provada ser verdadeira, baseada em suposições ou ideias com fundamento não verificado, e eu mesmo costumo fazer isso, faz-se baseado em algo que vem ocorrendo principalmente na política. Político quando se reúne com outro não é para discutir a marca de uísque que vão beber ou o carro novo que pretendem comprar. Político quando se reúne com outro na pauta está uma única coisa: a política. Portanto, um encontro entre dois políticos já pode ser considerado uma reunião.

Dito isto, as “conjecturas” na política papa-jerimum nos levam a crer que as discussões em torno de chapas majoritárias para 2014 já se iniciaram. Dizer o contrário é querer enganar-se. E digo mais: O senador-ministro Garibaldi Alves (PMDB) está sendo instado sim a disputar a sucessão da governadora Rosalba Ciarlini (DEM). Assim como fez o ex-presidente Lula quando disputou à reeleição e apoiou a reeleição da então governadora Wilma de Faria (PSB), interessa agora a Dilma ter um candidato forte da base aliada para disputar o governo do Rio Grande do Norte. E esse candidato é o ministro Garibaldi Alves. Ninguém duvide disso!

E Wilma de Faria, aliada também do governo Dilma, onde fica nisso? Acaso Eduardo Campos decidir mesmo sair candidato a presidente, sendo Wilma detentora de um grande eleitorado no Rio Grande do Norte, não terá outro caminho a não ser disputar o governo do estado. Se Campos não sair candidato e o seu partido continuar na base aliada do governo petista, aí sim, Wilma deverá tentar uma cadeira na Câmara dos Deputados. Possível até um palanque com Garibaldi candidato a governador, a deputada Fátima Bezerra (PT) candidata ao Senado e Wilma e Henrique na luta por vagas na Câmara. Detalhe: Henrique hoje é presidente da Casa e já sai fortalecido para o pleito.

Mas, e o vice-governador Robinson Faria (PSD)? Dentro da “conjectura’ que começa a delinear-se Robinson Faria terá que se contentar novamente com uma indicação para o cargo de vice-governador ou na pior das hipóteses tentar outra vez a Assembleia Legislativa.

E como fica a governadora Rosalba Ciarlini (DEM)? Essa aposta na visibilidade que a Copa de 2014 poderá dar ao seu governo. Mesmo assim terá que recuperar a credibilidade conquistada na sua eleição, pois que o desgaste do seu governo só é comparado ao da ex-prefeita Micarla de Sousa. Mas como terá a máquina na mão e está apostando nos resultados da Copa, em Natal, Rosalba deverá sim sair candidata a reeleição. Talvez até apostando num eventual segundo turno. Difícil, mas em política tudo é possível. A conferir!

 

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