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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial, Política

O “homem bomba”, segundo Ricardo Rosado

Leio no Blog Fator RRH um artigo – ver http://www.fatorrrh.com.br/2009/07/o-homem-bomba-brazuca.html – muito bom do colega e amigo Ricardo Rosado sobre o ex-diretor geral do Senado e ex-todo-poderoso da Casa a ponto de ser chamado de “senador”, o potiguar Agaciel Maia, irmão do deputado João Maia (PR-RN), pretenso candidato ao governo do Rio Grande do Norte nas eleições do próximo ano.

Ao ler o que Ricardo escreveu me veio logo a memória o motorista de Collor. O web-leitor lembra? Só pra refrescar a memória: A Câmara instaurou uma CPI [Comissão Parlamentar de Inquérito] para investigar as denúncias contra PC Farias e m 26 de maio de 1992. A ligação do esquema PC com a presidência foi confirmada por Francisco Eriberto Freire França, ex-motorista de Collor. O processo de cassação foi aberto em 29 de setembro de 1992 e Collor foi afastado. Horas antes de ser anunciado o impeachment, em 29 de dezembro de 1992, ele renunciou – uma manobra para voltar ao cargo ou, pelo menos, para não ser julgado pela Justiça Comum. Mesmo assim, foi julgado por crime de responsabilidade e perdeu os direitos políticos por oito anos.

Pois muito bem: Francisco Eriberto Freire França também é do Rio Grande do Norte assim como o “homem-bomba” de Ricardo Rosado. E salvo engano também lá das bandas do Seridó, região de Agaciel Maia. Concordo com o que diz Ricardo Rosado. Agaciel Maiam é mesmo um “homem-bomba”. Diria até que um arquivo-vivo. Talvez e certamente por isso venha sendo poupado por Sarney e alguns outros senadores que se “envolveram” nesse grande esquema montado por Agaciel no Senado. Esquema esse que envolve atos-secretos, contratação sem licitação, apadrinhamento político, nepotismo, etc.

Daí fico eu a pensar: Será que no Rio Grande do Norte tem uma escola de homens-bombas a ponto de serem ameaças a presidentes da República e do Senado? Num futuro a história dirá!

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