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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Ou se toma providências ou os estádios ficarão vazios
Às vésperas de uma Copa do Mundo é inconcebível que o “país do futebol” conviva ainda com a violência entre torcedores fora dos estádios. Natal, mesmo, uma das 12 cidades selecionadas para receber jogos do mundial de futebol vive esse drama há anos e não se verificam providências eficazes para coibir isso. Ainda ontem, em rede social, pude verificar e cheguei a registrar na minha coluna no portal de notícias Nominuto.com (clique aqui para ver) uma denúncia que após o jogo entre ABC e América, ocorrido no estádio do ABC, pelo menos dez estampidos de tiros foram ouvidos próximo ao local do jogo com o helicóptero da polícia sobrevoando a área.
O colega Edmo Sinedino também registra no seu blog No Ataque (Nominuto.com) o fato, e diz que se trata de “bandidos travestidos de torcedores”. E tem razão Sinedino, Isso não pode ser coisa de torcedor que vai ao estádio para torcer única e exclusivamente para o seu time. O desabafo do torcedor é só com xingamentos, muitas das vezes sobra para o juiz. E só! Acontece que no caso de ontem houveram tiros. Isso é coisa de marginal não de torcedor.
Ou as autoridades (in) competentes tomam providências ou os estádios ficarão vazios. Eu, por exemplo, que gosto de futebol, já deixei de ir há muito a um estádio de futebol. Prefiro ficar em casa e ver pela televisão. Pena que um clássico do nosso futebol como ABC e América venha perdendo público. E não se diga que é pelo futebol ruim não. É pelo fato de não se ter mais segurança dentro e fora dos estádios. Onde está o policiamento que deveria guarnecer as ruas de acesso e próximas aos estádios antes e depois dos jogos? Relatos de Edmo Sinedino dão conta de que não se viu policiais próximo de onde teriam ocorrido os tiros. Lamentável que isso tenha ocorrido.
Segurança, governadora, tem que ser uma das prioridades juntamente com a saúde e a educação, coisa que não está acontecendo em seu governo. Sediar uma Copa do Mundo é coisa de alta responsabilidade. É verdade que tropas nacionais estarão aqui em 2014 quando da realização do evento. Mas, e depois? Portanto, é hora de repensar o tipo de segurança pública que está sendo oferecido ao cidadão potiguar. E aí não falo só de nós natalenses não. Falo também da falta de segurança que o norte-riograndense vem sofrendo no interior do estado. Dia sim outro sim se tem notícias de caixas eletrônicos arrombados, bancos e correios assaltados, casas comerciais tomadas de assaltos, enfim, até clínicas médicas a bandidagem não está deixando escapar. A quem apelar? Ao papa Feancisco?
Não governadora. A segurança é competência de governo, afinal o cidadão paga seus altos impostos para ter também segurança. Não precisa um aparato policial igual ao qual o governador (a) da hora tem, mas que pelo menos policiais nas ruas dia e noite noite e dia para pelo menos diminuir as ações dos bandidos. O ideal seria que se banisse de vez a bandidagem, mas como isso é utopia, que ao menos iniba os marginais.
Ou vamos precisar chegar ao ocorrido na semana passada em São Paulo, quando a filha e o neto do vice-governador, Domingos Affif, foram assaltados ao saírem de casa e aí Afif pediu “tolerância zero” com a bandidagem?
O vazio dos estádios não é à toa!
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