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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Geral

TCE divulgará o resultado preliminar sobre auditoria operacional em hospitais regionais

O resultado preliminar da auditoria operacional no âmbito das unidades hospitalares vinculadas à Secretaria de Saúde do estado será divulgado pelo Tribunal de Contas do Estado, na próxima segunda-feira (20) às 10h, na sala de reuniões da presidência. O relator do processo é o conselheiro Tarcísio Costa. Em 154 páginas, o relatório traz um diagnóstico preciso da atual situação dos 23 Hospitais Regionais do Estado. O processo 661/2012-TC que originou a auditoria operacional é fruto de uma representação do Ministério Público Especial apresentada em 16 de janeiro de 2012.

Participarão da reunião representantes da Secretaria Estadual de Saúde, do Ministério Público Estadual, do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas, da comissão de auditoria, além do conselheiro relator do processo, Tarcísio Costa e do conselheiro presidente, Paulo Roberto Alves que conduzirá a reunião, aberta ao público.

Segundo o procurador-geral do MPJTCE, Luciano Ramos, o objetivo da auditoria operacional é não apenas apontar irregularidades, mas também recomendar soluções para os problemas encontrados. Ao longo de um ano de trabalho foram detectados o contingenciamento de recursos; subutilização dos hospitais por falta de equipamentos e/ou funcionários e insumos; além de descontrole no gerenciamento do setor de Recursos Humanos. (Com informações do TCE/RN)

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One Response to TCE divulgará o resultado preliminar sobre auditoria operacional em hospitais regionais

  1. João Silva disse:

    Independentemente das conclusões, que, obviamente, devem contemplar a triste constatação de que as Prefeituras e o Governo do Estado não estão fazendo seus deveres de classe nem de casa, é preciso que se determine a permanência do Médico lotado na cidade na sede de sua lotação, cumprindo a Carga Horária para que é pago. E, consequantemente, prestando a devida Assistência Básica de saúde, como as Consultas Ambulatoriais, os Atendimentos de Urgência/Emergência, os Partos Simples, as Pequenas Cirurgias, enfim, fazendo, exatamente, o que se deve fazer E QUE SE FAZIA, HÁ 10/20/30 ANOS, COM MUITO MENOS CONDIÇÕES. Ou seja, aplicar a verba SUS que recebem, para o que se destina. Chega de “Ambulânciaterapia”! Chega de “Arrumadinho” das Prefeituras com as Secretarias Municipais e estadual de saúde!

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