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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Necessidade de palanques fortes
A necessidade de palanques fortes nos estados pode levar a que tanto a presidenta Dilma Ruosseff (PT), candidata a reeleição, e o governador e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, recorram a políticos com grande capital eleitoral nos estados, caso do ministro da Previdência, Garibaldi Alves (PMDB), e a vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria (PSB), no Rio Grande do Norte. Diante disso, não está descartada a possibilidade de um novo embate eleitoral entre os dois políticos no RN.
Neste sentido, Campos já começa a se mexer. Anunciou em Pernambuco a filiação de seu vice, João Lyra Neto (PDT) ao seu partido. Sinal de que João Lyra fará palanque pra ele (Campos) no seu projeto de chegar à Presidência da República, com uma candidatura ao governo do estado. O socialista também já sinalizou o desejo de ver Wilma de Faria candidata ao governo do RN nas eleições do próximo ano.
No caso do PT, a reeleição da presidenta Dilma Rousseff (PT) e a manutenção de alianças com os mesmos partidos que integram a base é a orientação levada aos dirigentes. Neste caso, se Campos for mesmo candidato a sucessão presidencial, o PSB consequentemente estará fora desta aliança, mantendo-se o PMDB como o principal aliado do Planalto. É aí que entra uma possível candidatura de Garibaldi Alves à sucessão de Rosalba Ciarlini (DEM).
Já se sabe que uma eventual candidatura de Wilma ao governo provocaria Garibaldi a também disputar o pleito. Uma espécie de revanche – já falei sobre isso -, o que não duvido estimularia o peemedebista já que até hoje não engole a derrota pra Wilma em 2006, embora na última eleição ao Senado tenha dado um banho de mais de 1 milhão de votos na socialista.
Fato é que as pedras do xadrez político, que já vinham se mexendo, tem agora um motivo a mais para se acreditar que o xeque-mate só se dará mesmo após Eduardo Campos oficializar a sua candidatura e, claro, Wilma de Faria o acompanhar. Aí, Garibaldi certamente se inclinaria a disputar o governo do Rio Grande do Norte pela quarta vez, já tendo sido governador duas vezes consecutivas. Todo esse “sacrifício’ em nome da reeleição de Dilma, como quer o PT. A conferir!
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