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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
A violência toma conta do país
Estamos vivendo num país onde a violência e a impunidade imperam. Os telejornais viraram verdadeiras crônicas policiais. Raro é o dia que não se noticia três, quatro reportagens sobre assaltos, estupros e crimes muitas vezes hediondos. Parece que os bandidos estão pautando o noticiário.
Ontem mesmo a informação chegou aos telespectadores de que em menos de duas horas, o comediante Castrinho sofreu duas tentativas de assalto, no Recreio, zona leste do Rio de Janeiro. Em uma delas, o carro do ator foi baleado e sua mulher ferida. Nos três primeiros meses do ano, o número de roubos de veículos na região subiu 53,4%.
No Rio Grande do Norte a notícia de que pela segunda vez a família Porcino, do ramo empresarial em Mossoró, segunda maior cidade do estado, teve um membro sequestrado.
De acordo com as informações de hoje as polícias Militar, Civil e Federal estão empenhadas na busca pelo empresário mossoroense Fabinho Porcino, que foi levado por um grupo de sequestradores por volta das 15h desta segunda-feira, da concessionária de veículos que administra, localizada na avenida Lauro Monte, em Mossoró.
Ou os governos – federal e estaduais – se unem ou a sociedade continuará por muito tempo refém da bandidagem, que agora se aproveita de menores infratores para cometer crimes sob a guarda do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) que usa o já caduco Código Penal que data de 1940, portanto, do século passado, para proteger menores infratores.
As “autoridades” ditas competentes devem deixar o discurso de lado e partir para a prática, sem o que o Brasil estará sujeito a ter uma Copa do Mundo marcada, sobretudo, pela violência, o que não é nada bom para a imagem do país lá fora.
Chega de retóricas, a sociedade cobra ações urgentes. No próximo ano teremos eleições e certamente na pauta das discussões estará a segurança pública, ou melhor, a insegurança pública. Que os políticos atentem pra isso. A conferir!
É lamentável a ausência do Governo, na forma dos três poderes, no combate à violência no Brasil. Enquanto Sociólogos, Antropólogos, Psicólogos, Psiquiatras, Defensores dos ditos Direitos Humanos e falastrões de todas as categorias filosóficas, permanecem na discussão estéril e inócua sobre como fazer um projeto de ação para reinserir os criminosos na Sociedade, a população brasileira vai capitulando, bala após bala, espancamento após espancamento, estupro após estupro, assalto após assalto, diante dos espectadores dos poderes executivo, legislativo e judiciário, que, paralisados, ao menos estão super protegidos pelas suas seguranças pessoais. O país vive uma guerra declarada, explícita, escancarada, às portas da mídia global. É neste mesmo país que vai ocorrer a copa das confederações, a jornada da juventude, a copa do mundo de 2014. O que será de nossos visitantes, que serão tratados com a mesma falta de segurança, de assistência à saúde, a mal educação do povo brasileiro, de uma maneira geral? Enquanto isto, políticos passeiam de cerimônia em cerimônia em outros países, metem a mão no erário, em conluio com os três poderes que se anistiam mutuamente da irresponsabilidade com que têm tratado o povo brasileiro, através dos conchavos e mensalões impunes. Ainda há tempo, não para a copa das confederações, não para a jornada da juventude, muito menos para a copa do mundo, mas para que toda a população brasileira seja defendida, dia-a-dia, efetivamente, contra o crime organizado e desorganizado, que não poupa instituições políticas, religiosas, acadêmicas, ou seja lá que tipo de agrupamento social seja levado em consideração. Basta que sejam mobilizadas todas as corporações militares e civís contra esta manada de criminosos que estão comandando o país. Basta que o Código Civil, Penal e o ECA seja cumprido, indiscriminadamente, em todos e cada um dos seus deveres, e que os verdadeiros culpados sejam exemplarmente punidos, sem nenhum rábula de porta de bordel para tirá-lo de sua punição.