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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

O segundo bambolê que Henrique oferece à Dilma

Lembram do bambolê que o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) ofereceu a então ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Ruosseff, do governo Lula? Isso foi em 2008. Só pra refrescar a memória do leitor: o então líder do PMDB explicou que o presente não era exatamente por causa das negociações sobre a distribuição de cargos no setor energético entre os partidos. Mas porque teria comentado que Dilma precisaria ter mais jogo de cintura se quisesse, mesmo, ser a candidata do PT à Presidência da República. Dilma soube do comentário e na posse de Edison Lobão como ministro de Minas e Energia, cobrou diretamente a Henrique Alves o bambolê. O líder não teve dúvida. Mandou comprar um e entregar no gabinete dela no Palácio do Planalto. Afinal, o mimo podia ser recebido. Custava menos de R$ 100,00, como recomenda a Comissão de Ética Pública.

Agora o hoje presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, oferece um segundo bambolê à Dilma. Henrique recomendou à presidente Dilma Rousseff que comece a preparar já uma reforma ministerial e reduza de 39 para 25 o número de pastas. Em entrevista à Folha e ao UOL, o parlamentar sugeriu que Dilma converse mais com os congressistas, retomando as reuniões do conselho de líderes partidários criado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Há quanto tempo não se reúne o conselho político? Eu não me lembro”, indagou na entrevista.

Henrique Alves acha que a reforma deve ser definida no início de agosto, quando deputados e senadores voltarão ao trabalho após o recesso de julho. A nomeação dos novos ministros seria em setembro. Quantas deveriam ser as pastas? “Com a vontade de enxugar a máquina, de fazê-la mais objetiva, em torno de 25 ministérios seria do tamanho do Brasil.” Ou seja, um corte de 14 dos 39 existentes. Há duas lógicas por trás da formulação proposta por Henrique Alves. Uma é política. Dilma até agora apenas repassou ao Congresso demandas que ela diz ter interpretado a partir dos protestos de rua ocorridos em junho. Agora, ao recomendar uma reforma ministerial, o PMDB repassa a bola para o Palácio do Planalto. “Há um consenso hoje na questão do número exagerado de ministérios”, diz o presidente da Câmara, informa o jornal.

A Folha diz ainda que agora, ao recomendar o corte de ministros e uma nova equipe para o governo, o PMDB repassa a bola para o Palácio do Planalto. “Há um consenso hoje na questão do número exagerado de ministérios”, diz Henrique Alves. Ele afirma que “os partidos da base deveriam dar essa colaboração, delegando à presidente Dilma ampla liberdade de recompor o seu ministério” e para “reduzir esse ministério sem nenhuma nova imposição partidária, não indicar esse ou aquele”.

Henrique precisa dizer se o seu PMDB entraria no enxugamento.

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