O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Arquivos
Links Rápidos
Categorias
E-book
O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
O Estado quebrou. Quem vai pagar a conta?
Não se trata mais de marola. O Estado quebrou literalmente e isso não serve só para o Brasil. Serve para todas as nações do mundo, inclusive, os Estados Unidos da América. Com a quebradeira vão juntos também, no caso do Brasil, estados e municípios. Isso é um fato e não podemos fugir a realidade. Não se trata mais de marola, mas de um tsunami globalizado.
No país tupiniquim a inflação volta a subir, o PIB (Produto Interno Bruto) cai e embora o setor público consolidado – governos federal, estaduais e municipais e as empresas estatais – tenham registrado superávit primário de R$ 5,429 bilhões, em junho, segundo o Banco Central, no primeiro semestre, o superávit primário chegou a R$ 52,158 bilhões, menor que o resultado de igual período do ano passado (R$ 65,659 bilhões).
Em 12 meses encerrados em junho, o superávit primário alcançou R$ 91,450 bilhões, o que representa 2% de tudo o que o país produz – PIB.
O governo federal anunciou corte adicional no Orçamento para assegurar o cumprimento da meta de superávit primário de R$ 110,9 bilhões, 2,3% do PIB, este ano. Originalmente, a meta para 2013 totalizava R$ 155,9 bilhões (3,1% do PIB), mas o próprio governo decidiu reduzir o esforço fiscal em R$ 45 bilhões.
O corte adicional de R$ 10 bilhões no Orçamento Geral da União, anunciado no dia 22 de junho, tem como objetivo criar uma reserva para uma eventual frustração das metas fiscais dos estados e municípios. O novo contingenciamento (bloqueio) entrará como uma reserva adicional de superávit primário – economia para pagar os juros da dívida pública.
No caso do Rio Grande do Norte a situação também é preocupante. O governo anunciou um arrocho fiscal no início desta semana com redução de custos nos três poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário. A chiadeira é geral. Mas quem, efetivamente, pagará a conta? Certamente os servidores públicos. A corda sempre quebra do lado mais fraco. Alguém tem dúvida?
Charge: Nani
Deixe uma resposta