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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
No próximo ano as salas de cinema devem exibir dois filmes que falam diretamente sobre um personagem dos mais polêmicos da nossa República. Segundo a Folha, sob o risco de ser preso por causa do mensalão, José Dirceu concordou em participar de “O Vilão da República”, documentário da cineasta Tata Amaral.
O filme focará do período em que Dirceu, 67, foi ministro da Casa Civil e homem forte de Lula (de 2003 a 2005) até o julgamento no Supremo Tribunal Federal, no qual ele foi condenado, no ano passado, a dez anos e dez meses de prisão por corrupção ativa e formação de quadrilha.
– A ideia é acompanhar a intimidade deste personagem controverso num momento importante de sua vida, disse a cineasta por e-mail ao jornal.
Já o outro filme foi levado as redes sociais pelo ator petista José de Abreu. Disse ele no twitter:
– Acabo de fechar um contrato para a filmagem de ‘AP-470, O golpe jurídico’. Vou fazer um dos ministros e produzir o longa”, escreveu. Ouvido pelo repórter Carlos Rollsing, da Folha, ele esclareceu que o projeto é embrionário.
– Não tenho nada ainda para falar. Foi só um primeiro contrato que eu fiz para garantir o nome. Ainda estou muito envolvido com a novela, vamos estrear Joia Rara [na TV Globo], que é um dos maiores papeis da minha vida. Eu só coloquei mesmo [no Twitter] porque eu fiquei feliz, mas isso é coisa para o ano que vem.”
Ouvido pelo jornal sobre que ministro vai interpretar, o Lewandowski?, disse:
– Não sei qual ministro vou fazer, não temos roteiro ainda… Como fará a pesquisa?
– Sou muito amigo do Zé Dirceu, vou ter acesso a coisas importantes. Tem muita coisa pública…” Outras fontes? Delúbio, Gushiken…”
Fontes do outro lado? “Tem o Roberto Jefferson, que deve saber de muita coisa. Onde estão os U$ 4 milhões que ele disse que sumiram do cofre do partido em Brasília? E isso o STF também não pergunta. Mas basicamente esses contatos vão ser feitos pelo roteirista e pela sua equipe…”
Se o STF decretar prisões, isso aparecerá no filme? José de Abreu ri. E declara: “Não sei, você está viajando. Tudo é possível numa obra de arte. A criatividade não pode ter limite. A gente não pode impor limite ao roteirista…”
Foto reproduzida da internet
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