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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Cobre-se do jornalista independência!
Nos últimos dias tenho sofrido críticas e até “pressões” por minhas posições políticas. Pasmem, até minha conta no twitter foi invadida, talvez um vírus, talvez um hacker, quem sabe? Fato é que o leitor ao tentar acessar o blog através da rede social acaba caindo, como que uma pegadinha, numa página pornô. Várias foram as denúncias que recebi, mas já estou tratando disso com o webdesign do site.
Contudo, quero reafirmar aqui o que já disse em outras ocasiões repetindo o jornalista Ricardo Noblat:
– Jornalista é imparcial. Ou tem obrigação de ser. Este é um dos mitos cultivados há mais de século.
Ninguém é imparcial. Porque você é obrigado a fazer escolhas a todo instante. E ao fazer toma partido.
Quando destaco mais uma notícia do que outra faço uma escolha. Tomo partido.
Quando opino a respeito de qualquer coisa tomo partido.
Cobre-se do jornalista honestidade.
Não posso inventar nada. Não posso mentir. Não posso manipular fatos.
Mas posso errar – como qualquer um pode. E quando erro devo admitir o erro e me desculpar por ele.
Cobre-se do jornalista independência.
Não posso omitir informações ou subvertê-las para servir aos meus interesses ou a interesses alheios.
Se me limito a dar uma notícia devo ser objetivo. Cabe aos leitores tirarem suas próprias conclusões.
Se comento uma notícia ou analiso um fato, ofereço minhas próprias conclusões. Cabe aos leitores refletir a respeito, concordar, divergir ou se manter indiferente.
Dito isto, quero falar que não tenho inimigos nem adversários políticos, até porque não sou agente público, sou jornalista e acima de tudo cidadão. E como tal, a Constituição Federal me garante o dever de livre escolha e numa eleição você tem que optar, não se pode servir a Deus e ao diabo ao mesmo tempo. A democracia nos permite o voto livre e democrático, condições estas que muitos não entendem ou fingem não entender.
Eleição não é uma guerra. Ao contrário, é o exercício da cidadania de forma plena e irrestrita onde cada eleitor faz a sua escolha. Portanto, num regime democrático como é o caso do Brasil, a escolha é livre. E por ser livre não se admite pressão ou qualquer outro tipo de açodamento.
Como cidadão e jornalista repudio qualquer tentativa de intimidação. Isso é antidemocrático.
Tenho dito!
Ah tá, Tudo bem Jornalista não é imparcial mas você não acha que os seus comentário no nominuto.com são sempre tendencioso e sempre contra o mesmo candidato e isso prejudica a imagem do candidato consequentemente beneficia o seu adversário? Podemos tomar posições mas isso não nos dá o direito de utilizar um espaço para tentar indizir o eleitor a seguir as nossa posições isso é a minha opinião desculpe-me se estiver errado.
Muito bom dia, Gilvan. Respeito a sua opinião, no entanto discordo. Acho que fui claro no meu Editorial sobre isso. Além do mais na coluna, diferentemente do blog, na maioria das vezes externo apenas a mi ha opinião. No blog publico matérias, além das opiniões.