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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Ah, a sinecura dos poderes

Podres poderes, como diz aquela música de Caetano Veloso. E por falar em poderes, triste do poder que não pode. Isso é uma máxima que sempre valeu neste país varonil. E o que dizer da sinecura dos poderes?

Ah, a sinecura dos poderes!

Plagiando Caetano Veloso, será que esta minha estúpida retórica terá que soar, terá que se ouvir por mais mil anos?

E aí, caro leitor, tenho ou não tenho razão?

Enquanto você fica aí reclamando da vida, dos políticos, das sinecuras da vida, Caetano Veloso diz que enquanto os homens exercem seus podres poderes índios e padres e bichas, negros e mulheres
e adolescentes fazem o carnaval.

E eu diria: e muita gente participa da sinecura.

Rio pra não chorar. Sim, melhor rir, faz bem a saúde, até porque chorar e reclamar não adianta. Nem o papa resolve.

Denunciar, só se for numa delação premiada, tão em voga. Mas assim mesmo tem quem duvide delas. Tem que ter prova, claro e óbvio.

Melhor repetir Caetano:

– Queria querer cantar afinado com eles
Silenciar em respeito ao seu transe, num êxtase
Ser indecente mas tudo é muito mau.

E aí cara pálida. O que fazer?

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6 Responses to Ah, a sinecura dos poderes

  1. Alob disse:

    Essa delação premiada é seletiva, não devia nem ter validade… A mãe desse Gutson, manda e desmanda na assembleia há pelo menos 20 anos. Como também tem o áudio dela c o governador falando de abafar uma investigação. Ai vc acha q só Ricardo Motta q lucrou c isso?!

  2. Ah! A sinecura é uma palavra que define muito bem a gestão pública da pátria amada Brasil, mas se o povo na simplicidade do seu poder que é o voto, não consegue resolver o problema, então ficar como consolo a filosofia das cucas maravilhosas que de vislumbre não conseguiu encucar a ninguém, com seus pensamentos filosóficos. Então para os dias de hoje,como refletir a realidade da vida, eu prefiro hoje ouvir a música de Paulo Ricardo, alvorada voraz.

  3. Roberto da Fonsêca disse:

    Jornalista, não faz muito tempo, você andou recebendo da Assembléia legislativa sem nunca ter ido lá trabalhar e ainda tem coragem de falar em sinecura? Vocês são todos uns caras de pau, falam em corrupção e são corruptos, falam em imoralidade e são imorais, nao tá na hora de acabar a hipocrisia?

    • Carlos A. Barbosa disse:

      Quando isso, amigo? Quem acusa tem o ônus da prova. Nunca recebi dinheiro da Assembleia Legislativa. Uma vez, quando Luciano Herbert, já falecido, era o assessor de imprensa de lá me convidou para produzir uns textos de uma revista que falava sobre as ações da ALRN. Recebi pelo trabalho, mas nunca participei de trem da alegria nenhum. Você está totalmente equivocado, amigo.

  4. Pedro Pereira disse:

    Caros amigos,tenho quase 30 anos de jornalismo. Mesmo sem ter nome nem sobrenome, nem tampouco pseudônimo como alguns famosos que sobrevoam e baixam asas nos “podres poderes”, trabalhei 23 anos no Diário de Natal -até o fechamento – e sou servidor público estadual concursado nessas três décadas. Meu salário líquido nunca chegou aos R$ 3 mil. Queria saber qual a fórmula para um jornalista se aposentar pela Assembleia Legislativa, recebendo salário de marajá (conforme Portal da Transparência da ALRN), sem nunca ter sido aprovado em concurso, ou mesmo escrever uma letra em nome da instituição.

  5. Zé Bocão disse:

    Com certeza essa sinecura que o blogueiro fala é na Assembleia. Tem gordos aposentos, gordos salários e muito jornalista encostado, dando uma de “arroxado” por aí.

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