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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no portal Brasil 247
Um vídeo (veja acima) da prisão do bolsonarista Roberto Jefferson divulgado pelas jornalistas Malu Gaspar, do Globo, e Daniela Lima, da CNN, tem provocado revolta e divisão na Polícia Federal. O motivo: as cenas mostram um agente da PF conversando amigavelmente e rindo com o bandido que havia disparado tiros de fuzil e até granada contra seus colegas.
O agente da cena também ri e minimiza os ataques feitos por Jefferson, lembrando que os colegas “estão bem”. Ele tenta negociar a rendição do aliado de Bolsonaro, que resiste. O ex-deputado diz que não atirou nos policiais e que eles podem ter sido atingidos por estilhaços. “Não atirei neles. Eles sabem disso. Eles podem ter pego um rescaldo”, explica-se. O agente sinaliza compreender ou concordar.
Jefferson resistiu à prisão por cerca de oito horas neste domingo (23) em sua casa na cidade de Levy Gasparian, no Rio de Janeiro, até que foi levado pela PF.
Para Daniela Lima, a cena “desqualifica os agentes que foram cumprir a ordem judicial”, uma vez que o representante da PF diz que os colegas são ‘burocratas’ e “ri quando Jefferson narra, nos moldes dele, o confronto”. “Nunca tinha visto polícia rir diante do sangue de um parceiro. Primeira vez. E rir COM o autor do atentado”, completou a jornalista, no Twitter.
Vejam e ouçam o meu novo comentário no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal YouTube. Falo sobre o ataque do correligionário e eleitor de Jair Bolsonaro, Roberto Jefferson, com fuzil e granada reagindo a voz de prisão dada por policiais federais, por ter agredido verbalmente a ministra Cármem Lúcia em redes sociais, usando, inclusive, um vídeo. Confiram!
Está no Blog do Camarotti
Integrantes da campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) receberam com preocupação a repercussão negativa do vídeo do ex-deputado federal Roberto Jefferson com ataques contra a ministra Cármen Lúcia.
No vídeo, o ex-deputado profere xingamentos contra a ministra por discordar de um voto dela em julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A avaliação é que o caso tem potencial pra prejudicar o próprio Bolsonaro, já que Jefferson é identificado como aliado fiel do presidente.
No momento em que a campanha tenta conquistar votos de eleitores indecisos e de centro, o vídeo do Jefferson caiu como uma bomba dificultando essa estratégia.
Líderes do Centrão ouvidos pelo blog avaliam que esse comportamento acaba afastando os eleitores indecisos e de centro, que repudiam esses tipos de ataques.
A onda de solidariedade que se formou em torno da ministra Cármen Lúcia foi indicativo de que o fato tem potencial para causar estrago na campanha, tanto que a ordem interna é de se afastar ao máximo de Jefferson, até então aliado do presidente.
A própria candidatura de Roberto Jefferson à presidência da República, depois indeferida pela Justiça Eleitoral, era um estratégia da campanha do Bolsonaro para ter uma espécie de linha auxiliar no primeiro turno e inclusive nos debates, papel que acabou sendo cumprido pelo candidato Padre Kelmon, que substituiu o próprio Jefferson na disputa como candidato do PTB.
Está no Blog do Valdo Cruz
Os senadores da oposição vão propor a criação de uma CPI para investigar empresários acusados de assédio eleitoral contra seus funcionários. Os casos denunciados ao Tribunal Superior Eleitoral deram um salto nesta eleição e já ultrapassaram 700 até a penúltima semana da eleição presidencial.
O senador Alexandre Silveira (PSD-MG) é o autor do pedido e acredita que até a próxima terça-feira (25) já terá as 27 assinaturas necessárias para protocolar a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito na mesa do Senado.
“Empresários aliados de Bolsonaro, não é a maioria do setor do país, mas é uma minoria que está coagindo seus funcionários a votarem no atual presidente. Isso é crime. Esses empresários vão ter de se explicar na CPI no Senado, não podem passar impunes”, afirmou o senador Alexandre Silveira ao blog.
Segundo ele, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) já assinou o requerimento e os dois vão trabalhar em conjunto para atingirem as assinaturas necessárias. “Nossa intenção é criar essa CPI ainda nesta semana, antes do segundo turno, para tentar parar com esse crime que uma parte do setor empresarial está cometendo”, disse o senador Alexandre Silveira
O senador Randolfe Rodrigues disse ao blog confiar que até terça-feira elas vão conseguir mais do que 30 assinaturas para criar a CPI para investigar empresários que está assediando seus funcionários.
“Vamos criar essa CPI e colocar esses empresários na comissão para que eles expliquem a quem estavam prestando serviço, isso é uma ação coordenada, não é um crime isolado”, disse Randolfe Rodrigues.
Está na Agência Reuters
Depois de dias de preocupação com uma aproximação do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas pesquisas, a campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) retomou ânimo com base em dados de levantamentos internos e decidiu focar a reta final da disputa pelo Palácio do Planalto nos Estados do Sudeste, de acordo com fontes ouvidas pelas Reuters.
Segundo as fontes, trackings internos da campanha nos últimos dois dias apontam para uma diferença de 6 pontos percentuais entre Lula e Bolsonaro, maior do que a última pesquisa Datafolha, que registrou apenas 4 pontos, o que configura empate técnico no limite da margem de erro.
Os mesmos trackings apontam ainda que Lula tem uma vantagem de 4 a 5 pontos em Minas Gerais, ao contrário do que diz Bolsonaro, que afirma ter virado o placar em Minas depois da vitória de Lula no Estado no primeiro turno.
No Nordeste, segunda região mais populosa do país, Lula manteria a larga vantagem que obteve no primeiro turno, mesmo depois de investidas bolsonaristas.
Os números internos normalmente não são usados externamente pelo PT, mas vazaram até como estratégia do partido para acalmar o clima de apreensão que havia começado a se instaurar entre a militância após as últimas pesquisas.
Decisões positivas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra notícias falsas que atingiram a campanha e dando direito de resposta a Lula em inserções que pertenciam a Bolsonaro, além da boa repercussão de algumas ações da campanha, deram também um ânimo extra à militância. No caso das inserções, a decisão foi suspensa, mas pode voltar depois da análise pelo plenário do TSE no sábado.
Nessa reta final, a nove dias da eleição, a intenção é fortalecer e reorganizar a militâncias nas redes e também nas ruas. No domingo, o ex-presidente tem um segundo encontro com influenciadores digitais sobre produção de conteúdos para esses últimos dias.
Uma campanha televisiva de ataques a Bolsonaro, incluindo o caso das meninas venezuelanas –em que o presidente usou a expressão “pintou um clima” ao comentar encontro com jovens de 14 e 15 anos–, e sua defesa do ditador paraguaio Alfredo Stroessner, também acusado de pedofilia, irá continuar, mas Lula não quer ficar respondendo acusações e notícias falsas criada pela campanha rival.
“Eu tenho dito que a gente não pode entrar no jogo rasteiro do Bolsonaro. A gente não pode ficar respondendo as bobagens que ele fala. É tudo que ele quer”, disse Lula durante entrevista em Juiz de Fora (MG) nesta sexta.
Minas e São Paulo
Lula vai concentrar os últimos dias em Minas Gerais e São Paulo. Nesta sexta, o ex-presidente foi a Juiz de Fora e Teófilo Otoni, e no sábado irá à zona metropolitana de Belo Horizonte. Na quarta-feira, a senadora Simone Tebet (MDB), terceira colocada no primeiro turno da disputa pelo Planalto, voltará ao Estado para fazer campanha em nome do ex-presidente.
Considerado um retrato do Brasil e segundo maior colégio eleitoral do país, Minas guarda o histórico de, desde a redemocratização, quem venceu ali venceu também a eleição nacional. No primeiro turno, Lula ganhou, por uma margem apertada.
As duas campanhas investiram pesado no Estado nesse segundo turno, com Bolsonaro obtendo o apoio do governador reeleito, Romeu Zema (Novo). No entanto, uma boa parte dos eleitores de Zema votaram em Lula na eleição nacional.
Perguntado sobre o que faria para tentar diminuir uma diferença de votos no Sudeste de 7 pontos percentuais, apontada pelo último Datafolha, Lula respondeu nesta sexta: “É por isso que estou aqui em Juiz de Fora, amanhã vou à zona metropolitana. Vim aqui pegar essa força de vocês. Nós vamos ganhar em Minas”, disse.
O ex-presidente encerrará a campanha com um ato em São Paulo na quarta-feira — último dia em que comícios são permitidos. Antes, na segunda, terá um ato em defesa da democracia também em São Paulo, para o qual chamou nomes como Henrique Meirelles, em mais uma tentativa de mostrar que conseguiu montar uma frente ampla em apoio a sua candidatura.
Uma preocupação que permanece é a do risco de abstenção alta nesse segundo turno, e que pode afetar diretamente a votação de Lula, mais concentrada na população de baixa renda. Uma ação impetrada pela Rede e pelo PSOL conseguiu que o Supremo Tribunal Federal (STF) garantisse a liberação pelas prefeituras de transporte público gratuito no dia da eleição, mas Lula tem enfatizado a necessidade da militância trabalhar para evitar que as pessoas deixem de votar, seja qual for o motivo.
Vejam e ouçam o meu novo comentário no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal YouTube. Falo sobre a PEC do governo Bolsonaro pra retirar o reajuste de aposentados e assalariados com base na inflação do ano anterior, embora o ministro da Economia, Paulo Guedes, após a repercussão negativa tente negar. Confiram!