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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no portal Brasil 247
Alvo de agressão por um grupo de bolsonaristas armados liderado pelo deputado estadual Rodrigo Amorim na manhã do sábado (16) na Tijuca, o pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro pelo PSB, Marcelo Freixo, publicou um vídeo nas redes sociais em que relata que um grupo de “dez marginais armados (…) foi para cima das pessoas – crianças, mulheres, idosos – com muita violência, ameaçando e dizendo que ali não era lugar que a gente estivesse”.
Freixo relata que ele e seu grupo de apoiadores alvo da agressão já encaminharam “todos os Boletins de Ocorrência à Justiça Eleitoral” e que tem certeza de que “a Justiça será feita”.
“O Rio de Janeiro precisa de paz e união para estudar, trabalhar e progredir”, diz o pré-candidato. “A política não pode oferecer violência, precisa oferecer diálogo e solução”, acrescenta.
Freixo destaca ainda que Rodrigo Amorim – o mesmo que quebrou uma placa com o nome de Marielle Franco nas eleições de 2018 – “é ligado ao governador Claudio Castro e ao presidente Jair Bolsonaro”.
Em um vídeo enviado ao 247, a pré-candidata a deputada estadual pelo PT, Elika Takimoto, que também estava presente, relata que o grupo fazia questão de mostrar que estava armado, colocando as mãos na cintura a todo momento. “Eles querem nos impedir de fazer campanha”, disse.
Vejam e ouçam o meu novo comentário no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal YouTube. Falo da informação do jornalista Josias de Souza de que o presidente Bolsonaro teria dito em um culto na Assembleia de Deus, que o ministro Andrè Mendoça, indicado por ele ao Supremo Tribunal Federal (STF), é o seu “freio” na Corte. Confiram!
Está no portal Brasil 247
A declaração de apoio de Anitta a Lula é fato que pode ter forte impacto na campanha eleitoral deste ano. Somados, os usuários que a acompanham nas redes sociais Twitter, Instagram e no TikTok totalizam mais de 100 milhões.
Lula tem também o apoio de outros artistas, como Chico Buarque, Marisa Monte, Pabllo Vittar, Daniela Mercury, Gilberto Gil, Camila Pitanga, Ludmilla, Bruno Gagliasso, Luísa Sonza, Caetano Veloso, Zeca Pagodinho, Gil do Vigor entre outros, que somam nas três principais plataformas nada menos que outros 230 milhões de seguidores, aponta reportagem da Folha de S.Paulo.
Por outro lado, somando os seguidores de artistas que apoiam Bolsonaro, nas três principais redes, a soma passa dos 160 milhões.
Vejam e ouçam o meu novo comentário no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal YouTube. Falo hoje sobre a “Seita do Mal” que virou o bolsonarismo neste país varonil. Parece que os apoiadores de Jair Messias Bolsonaro levaram uma lavagem cerebral e seguem a risca o que ele prega. Confiram!
O deputado estadual Michael Diniz (SDD), parece desconhecer o que é decoro parlamentar, ou falta de decoro, melhor dizendo. Suplente do também bolsonarista, Kelps Lima (SDD), Michael Diniz, aparece em foto postada por Paula Castelo Branco fazendo o gesto da “arminha” com a provocação: “@MichaelDinizRN será que a ‘cumpanheira’ (sic) vai gostar dessa foto opressora e nada feminista? Kkkkkk”.
O “nobre deputado” deveria experimentar a Comissão de Ética da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. E a sua assessora, Paula Castelo Branco, merecia no mínimo uma advertência da presidência da Casa. No mínimo.
A conferir!
O deputado federal Otoni de Paula (MDB-RJ), responsável por intermediar a ligação de Jair Bolsonaro com os irmãos do guarda municipal Marcelo Arruda, tesoureiro do PT de Foz do Iguaçu (PR) assassinado pelo bolsonarista Jorge Guaranho no último sábado (9), já ameaçou receber “na bala” o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), caso ele ou seus apoiadores fossem à sua residência no Rio de Janeiro.
A ameaça do parlamentar foi feita em abril, após Lula afirmar que manifestações realizadas em frente do Congresso Nacional “não movem uma pestana de um deputado” e sugerir que os atos fossem feitos na frente das casas dos parlamentares. “Não venha tentar visitar minha casa, porque vai ser na bala”, disse o bolsonarista na ocasião, durante um discurso na tribuna da Câmara dos Deputados.
A ligação de Bolsonaro para os irmãos de Marcelo Arruda – que são apoiadores do atual governo – aconteceu na tarde da terça-feira (13). Na chamada de vídeo, Bolsonaro tentou se distanciar da reponsabilidade de insuflar a violência por parte de seus seguidores contra adversários e buscar ganhos políticos com a iniciativa ao afirmar que estão querendo colocar o caso “no seu colo”. Ele também não se solidarizou com os familiares.
“A ideia é ter uma coletiva com a imprensa para vocês falarem a verdade, não é a esquerda ou a direita. A imprensa está tentando desgastar o meu governo”, disse Bolsonaro durante a ligação intermediada por Otoni.
Pamela Silva, viúva de Marcelo Arruda, criticou o diálogo de Bolsonaro com os cunhados e afirmou que eles sequer estavam na festa que acabou na tragédia provocada pelo ataque do bolsonarista José Jorge Guaranho.
“Os irmãos de Marcelo não estavam na festa, como eles podem ter concordado com o que o presidente falou?”, questionou Pamela. “Sabíamos que eles apoiavam o presidente, mas não imaginei que chegasse a esse ponto de eles deturparem a real história, dizer que o cara não foi por motivos políticos lá”, completou.
Vejam e ouçam o meu novo comentário no BB News TV no blogdobarbosa e no Canal YouTube. Falo hoje sobre o ministro Fábio Faria que quer tirar proveito de uma situação, ou seja, querer comparar o caso do anestesista estuprador, no Rio de J\aneiro, com o assassinato do militante petista em Foz de Iguaçu por um bolsonarista. Ambos são bandidos, o anestesista estuprador e o assassino bolsonarista
Está no portal Brasil 247
Os casos de violência política e eleitoral registrados no Brasil no primeiro semestre de 2022 cresceram 23% em comparação com o mesmo período de 2020, quando foram realizadas as eleições municipais no Brasil. Segundo o Observatório da Violência Política e Eleitoral, formado pelo Grupo de Investigação Eleitoral da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (GIEL/UNIRIO), naquele ano foram registrados 174 episódios de violência entre janeiro e junho, ante 214 contabilizados no mesmo período deste ano.
De acordo com o jornal O Globo, os dados envolvem ameaças, agressões e atentados contra políticos e seus familiares. Segundo a reportagem, “o relatório mais recente mostra que, de abril a junho deste ano, foram contabilizados 101 episódios, o que representa um aumento de 17,4% no número de casos em relação ao mesmo período em 2020”.
A contagem não registra a morte do militante petista Marcelo Arruda pelo terrorista bolsonarista Jorge José Guaranho, em Foz do Iguaçu (PR), no sábado (9). O assassinato deverá ser incluído no próximo boletim, que engloba os meses de julho, agosto e setembro.
Ainda segundo o estudo, foram registradas 24 mortes em 14 estados brasileiros, a maioria no Paraná, que registrou quatro homicídios do gênero. “Se considerados todos os tipos de violência política e eleitoral, no entanto, é São Paulo que lidera com 17 ocorrências, seguido por Bahia e Rio de Janeiro, com 10 cada um, Minas Gerais (8) e Paraná (7). Não foram identificados casos no Acre, Alagoas, Amapá e Roraima”, ressalta o periódico.
“As ameaças foram o tipo de violência mais frequente. Ao todo, 37 lideranças sofreram algum tipo de intimidação. Em seguida, aparecem as agressões, com 27 casos, os homicídios com 19 casos, nove atentados, cinco homicídios de familiares, dois sequestros, e também dois sequestros de familiares. E apesar de o Paraná ter registrado o maior número de assassinatos, a região que concentrou mais mortes desse tipo foi o Nordeste, com 10”, destaca a reportagem.
“O que a gente pode experimentar de novo, neste ano, é uma violência pós-eleitoral, que pode se alastrar em larga escala entre os eleitores. São duas coisas se combinando: o discurso de intolerância política e o outro, da fraude eleitoral, esse segundo principalmente próprio do presidente Jair Bolsonaro e de seus apoiadores. É o risco que a democracia está correndo”, diz o coordenador do GIEL, Felipe Borba.