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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no Congresso em Foco
Uma propaganda da marca de chinelos Havaianas tem repercutido no meio político, especialmente entre parlamentares e lideranças da direita. A controvérsia envolve a atriz Fernanda Torres, protagonista da peça publicitária, que fala sobre não começar 2026 com o “pé direito”.
Para esses parlamentares, a campanha foi interpretada como um recado político de alinhamento contrário a esse campo ideológico, em um contexto de pré-ano eleitoral. Eles passaram a associar a mensagem do comercial a uma sugestão de começar o próximo ano com o “pé esquerdo” — algo que não é mencionado no vídeo, que faz referência apenas à ideia de iniciar o ano com “os dois pés”. Após essa leitura, políticos da direita recorreram às redes sociais para defender um boicote à marca.
“Desculpa, mas eu não quero que você comece 2026 com o pé direito. Não é nada com a sorte, mas vamos combinar: sorte não depende de você, depende de sorte. O que eu desejo é que você comece o ano novo com os dois pés. Os dois pés na porta, os dois pés na estrada, os dois pés na jaca. Os dois pés onde você quiser”, diz a atriz no vídeo.
Um dos primeiros a reagir foi o ex-deputado Eduardo Bolsonaro. Morando nos Estados Unidos desde o início do ano, ele afirmou que considerava o chinelo um símbolo nacional, mas disse ter jogado o calçado no lixo após a marca escolher, segundo ele, “uma pessoa declaradamente de esquerda” e que defende a punição dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023 como garota-propaganda.
A deputada federal Bia Kicis (PL-DF) também repudiou a propaganda. “Se as Havaianas não nos querem, nós também não queremos as Havaianas”, declarou a parlamentar, afirmando ter repetido o gesto de boicote.
Na mesma linha, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) escreveu nas redes sociais: “Havaianas, nem todo mundo agora vai usar”.
Confira o meu novo comentário no BBNEWS TV e no Canal YouTube. O assunto hoje, como não poderia deixar de ser, é a vergonha em ter um Congresso Nacional que aprova um Projeto de Lei que reduz as penas do ex-presidente Jair Bolsonaro e seus comparsas que estão presos por tentativa de golpe de Estado
Durante o debate sobre o PL da Dosimetria nesta quarta-feira (17), o líder do PT no Senado, Rogério Carvalho (PT-SE), alertou os senadores sobre a probabilidade de, se aprovada, a validade da nova norma ser questionada no Judiciário. O discurso foi proferido em plenário horas depois do líder do partido na Câmara, Lindbergh Farias (PT-RJ), anunciar que levaria a discussão ao STF.
“É um crime grave que precisa ser punido. E mais: depois não cobrem se houver intervenção ou uma posição do judiciário, porque o que está sendo proposto aqui é mudança de sentença pelo legislativo e isso é absolutamente inconstitucional”, declarou.
Rogério Carvalho também antecipou a orientação contrária de sua bancada. “Nós não podemos ser favoráveis, de longe não podemos ser favoráveis a uma iniciativa como essa. O PT vai orientar o voto contra, contra essa tentativa de perdoar pessoas que atentaram contra a democracia, contra as instituições democráticas, contra o povo brasileiro e contra a nossa estrutura social”.