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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
por Lula, em seu Facebook
Estou muito emocionado com as homenagens que recebi hoje. Emocionado com as mensagens dos meus companheiros de partido, dos nossos amigos do PSOL, do PCDOB, do PDT, do PSB, de tantos amigos da luta internacional, da luta sindical, dos artistas, personalidades, cada um de vocês que mandou uma mensagem carinhosa.
Ao longo do dia me emocionei muitas vezes, desde o discurso da Gleisi Hoffmann na Câmara dos Deputados, até a homenagem a meu neto Arthur, que me fez chorar de saudades.
Sou muito grato a tudo que o povo brasileiro fez por mim. Espero ao completar meus 75 anos que eu continue com a energia de 30 e o tesão de 20. Estou muito disposto a brigar por esse país, reconquistar a soberania e a dignidade dessa nação. Meu abraço em cada um de vocês. Muito obrigado.
Está no site Brasil 247
O vídeo da visita que Jair Bolsonaro fez ao ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, foi uma das exigências feitas pelo próprio ex-capitão para que o militar permanecesse à frente da pasta. No vídeo, Pazuello aparenta dificuldade para respirar em função da Covid-19 e é alvo de uma humilhação pública por parte de Bolsonaro.
Segundo reportagem da coluna da jornalista Bela Megale, do jornal O Globo, “no auge de sua irritação com o episódio que envolveu Eduardo Pazuello, João Doria e a vacina chinesa, Jair Bolsonaro determinou uma condição básica para manter o ministro da Saúde no cargo: ele teria que se retratar publicamente”.
Horas antes, Bolsonaro havia cancelado o acordo de intenção de compra de 46 milhões de doses da vacina chinesa produzida em parceria com o Butantan e exigiu a gravação do vídeo como um espécie de pedido de desculpas por parte de Pazuello.
Na gravação, Pazuello diz estar sendo medicado com hidroxicloroquina – medicamento defendido por Bolsonaro no combate á Covid-19, apesar de não haver comprovação cientifica de sua eficácia – e se desculpa publicamente. “É simples assim, um manda e outro, obedece”, disse.