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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no G1
O emblemático “Álbum Branco”, lançado com o nome oficial de “The Beatles” há 50 anos, não continha nenhuma das canções mais populares do quarteto de Liverpool.
Mas sua audácia segue tão relevante meio século depois que merece um novo desembarque na velha URSS, como propõe a música de abertura. Ou mesmo Revolution.
Lançado em 22 de novembro de 1968, aquele disco de capa imaculada que contrastava a consciência com a explosão de som e cor de seu antecedente, “Sgt. Peppper’s Lonely Hearts Club Bland”, foi possível graças a um período de meditação com o Maharishi Mahesh Yogi, que inspirou especialmente George Harrison.
Aquilo não serviu para relaxar as relações entre os membros do quarteto, cada vez mais tensas. Não ajudou também a morte de Brian Epstein nem a irrupção no tabuleiro de Yoko Ono como mulher de John Lennon.
Essa foi a razão pela qual a gravação nos estúdios Abbey Road se traduziu em horas de trabalho de forma independente e em idas e vindas nas quais pelo menos a inspiração não saiu pela porta.
No “Álbum Branco” não há uma “Help!”, uma “Let it be” ou uma “Hey Jude” (embora esta tenha saído daquelas sessões). Em vez disso, estão ali 30 canções com espírito acústico. Elas se movimentam em um amplo leque de estilos, soa atual meio século depois e menos datado que o repertório clássico do grupo.
Está no site Congresso em Foco
O candidato Ciro Gomes (PDT), que ficou em terceiro lugar da corrida presidencial, divulgou na tarde de hoje (27) um vídeo nas redes sociais em que pede para que a população vote pela democracia, contra a intolerância, mas disse que não vai “tomar lado”.
Na véspera do segundo turno, que será disputado entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), o presidenciável disse que “ninguém está obrigado a votar contra convicções e ideologias”.
“Eu quero que Deus, como disse lá no primeiro dia, abençoe essa grande nação para que todo mundo possa caminhar amanhã para votar. Votar compreendendo a necessidade de votar com a democracia, votar contra a intolerância, votar pelo pluralismo. Mas também ninguém está obrigado a votar contra convicções e ideologias”, disse Ciro.
O candidato, que voltou de viagem na sexta-feira (26), acrescentou que está muito preocupado com o país, mas que não toma partido por uma razão prática, que não quis explicar. Ciro apenas disse que, se não pode ajudar, prefere não atrapalhar. “Claro que todo mundo preferia que eu, com meu estilo, tomasse um lado e participasse da campanha, mas não quero fazer isso por uma questão muito prática, que não quero dizer agora. Se eu não posso ajudar, atrapalhar é que eu não quero”, declarou o pedetista.
Apoio crítico
Ciro ficou em terceiro lugar no primeiro turno das eleições, com 13,3 milhões de votos (12,47%). Após a derrota, seu partido, o PDT, anunciou “apoio crítico” à candidatura de Fernando Haddad “para evitar a vitória das forças mais reacionárias e atrasadas do Brasil e a derrocada da Democracia”, mas Ciro não se engajou na campanha petista, o que gerou insatisfação dentro do PT.