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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está na Agenda do Poder
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) manifestou descontentamento com a encenação de um aborto, do ponto de vista do feto, durante uma sessão plenária na manhã desta segunda-feira (17). O foco do debate era a assistolia fetal, um procedimento recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em casos de aborto após 20 semanas de gestação.
A sessão, solicitada pelo senador Eduardo Girão do (Novo-CE), ocorreu em um momento de intensa discussão legislativa relacionada ao projeto de lei que propõe equiparar o aborto após 22 semanas de gestação ao crime de homicídio.
Como informa Igor Gadelha, do Metrópoles, Pacheco acompanhou a sessão pela televisão. Ele expressou particular irritação com a utilização de técnicas de dramatização no plenário para abordar o tema sensível. Uma contadora de histórias foi convidada para realizar uma performance que envolveu a interpretação de um texto dramático aludindo à assistolia fetal, representando as falas imaginárias de um feto durante o procedimento.
Segundo Pacheco, o debate sobre o aborto deve considerar todas as perspectivas, incluindo critérios técnicos e científicos, a legislação atual e, principalmente, as opiniões das senadoras mulheres.
Está no Brasil 247
Manifestantes foram às ruas na cidade de São Paulo (SP) e protestaram contra o Projeto de Lei 1904/24, que equipara o aborto de gestação acima de 22 semanas ao homicídio. “Criança não é mãe”, “No estupro a mulher é a vítima”, e “Abaixo ao PL 1904” foram alguns dos cartazes exibidos pelos manifestantes.
Esta semana, a Câmara aprovou o regime de urgência do projeto após requerimento feito pelo coordenador da Frente Parlamentar Evangélica, deputado Eli Borges (PL-TO).
Os projetos com urgência podem ser votados diretamente no Plenário, sem passar antes pelas comissões da Câmara. O autor da proposta foi o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e outros 32 parlamentares.