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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Economia

Chefe do BC dos EUA reage a Trump e fala em interferência do governo na política monetária

Está no g1

Após anos de embates entre o governo de Donald Trump e o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), período em que Jerome Powell manteve uma postura cautelosa e evitou confrontos públicos, o presidente da instituição decidiu reagir no último domingo (11).

Powell afirmou que o Departamento de Justiça notificou o Fed com intimações de um grande júri e ameaçou apresentar uma acusação criminal relacionada a seu depoimento ao Senado — prestado no ano passado, sobre a reforma de prédios históricos da autoridade monetária.

Para o dirigente, que sofreu pressões desde o retorno de Trump ao poder, a medida não se sustenta nem pelo conteúdo do projeto nem pelo papel de fiscalização do Congresso.

Segundo ele, trata-se de uma escalada de pressões políticas com o objetivo de constranger o banco central e influenciar a condução da política monetária dos EUA, em especial no sentido de acelerar cortes na taxa de juros.

“Tenho profundo respeito pelo Estado de Direito e pela responsabilização em nossa democracia. Ninguém — certamente nem o presidente do Fed— está acima da lei. Mas essa ação sem precedentes deve ser vista no contexto mais amplo das ameaças e da pressão contínua do governo”, disse Powell, que deixa o cargo em maio, ao fim de seu mandato.

Nesta segunda-feira, a Casa Branca informou que o presidente dos EUA, Donald Trump, não ordenou qualquer investigação contra o dirigente do BC americano.

Reação de Powell

As declarações de Jerome Powell sinalizam uma mudança importante na relação entre o Federal Reserve e a Casa Branca.

  • Pela primeira vez desde que assumiu o comando do banco central, em 2018, o dirigente atribuiu publicamente à administração presidencial uma tentativa de interferência na condução da política monetária por meio de mecanismos legais.
  • Ao fazê-lo, Powell foi além de uma simples resposta a uma investigação e enquadrou o episódio como um embate institucional sobre quem deve definir os rumos da economia americana.

Segundo ele, a conduta do governo Trump é “sem precedentes” e acende um alerta sobre o risco de que decisões relativas à taxa de juros passem a ser tomadas sob pressão política, em vez de se basearem em critérios e evidências econômicas.

“Isso é sobre saber se o Fed poderá continuar a definir as taxas de juros com base em dados e nas condições econômicas — ou se a política monetária será dirigida por pressão política ou intimidação”, afirmou.

A declaração ocorre em meio a uma relação já deteriorada entre Powell e Trump, que desde o retorno à Casa Branca vem intensificando críticas à condução da política monetária.

Trump tem cobrado cortes mais intensos nos juros, responsabilizando o Fed por, em sua visão, restringir o crescimento econômico. Ao longo dos últimos meses, o republicano chegou a cogitar publicamente a remoção de Powell do cargo, apesar das proteções legais que cercam o mandato do chefe do banco central.

A declaração ocorre em meio a uma relação já deteriorada entre Powell e Trump, que desde o retorno à Casa Branca vem intensificando críticas à condução da política monetária.

Trump tem cobrado cortes mais intensos nos juros, responsabilizando o Fed por, em sua visão, restringir o crescimento econômico. Ao longo dos últimos meses, o republicano chegou a cogitar publicamente a remoção de Powell do cargo, apesar das proteções legais que cercam o mandato do chefe do banco central.

Foto reproduzida da Internet

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