O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Arquivos
Links Rápidos
Categorias
E-book
O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no Brasil 247
O Brasil registrou nesta quarta-feira (11) a segunda maior taxa de juros real do mundo, após o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidir elevar a Selic em 1 ponto percentual, de 11,25% para 12,25% ao ano. A Turquia lidera o ranking, enquanto a Rússia ocupa o terceiro lugar, segundo monitoramento da consultoria MoneYou.
A decisão unânime do Copom, que representa o maior aumento durante o governo do presidente Lula, ocorre em meio a sinais do mercado financeiro de desancoragem das expectativas de inflação, além da retomada da atividade econômica. Esta foi a última reunião do Copom sob o comando de Roberto Campos Neto, presidente do BC.
No último encontro, em 6 de novembro, a taxa já havia sido elevada em 0,50 ponto percentual.
Agentes financeiros, consultados pela Reuters, têm revisado suas projeções para o ritmo do aperto monetário, acompanhando dados econômicos mais fortes que o esperado.
Enquanto isso, o mercado de juros futuros reagiu com ajustes. As taxas de Depósitos Interfinanceiros (DI) para contratos de médio e longo prazos recuaram, refletindo otimismo com o andamento do pacote fiscal no Congresso. Por outro lado, os vencimentos de curto prazo subiram diante da percepção de que o Banco Central está acelerando o ritmo de alta da Selic. No fechamento do dia, o DI para janeiro de 2025 subiu para 12,009%, enquanto o contrato para janeiro de 2027 recuou para 14,47%.
Deixe uma resposta