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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
O desempenho pífio de Carlos Eduardo Alves
A eleição para governador no Rio Grande do Norte pode até ser levada ao segundo turno, mas o desempenho pífio do ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT) nas pesquisas de inteção de voto não está ajudando ao gvernador Iberê Ferreira de Souza (PSB), candidato a reeleição, que vem em segundo lugar nos levantamentos realizados até agora. Em todas as pesquisas Carlos Eduardo patina na casa dos 12, 14% com variações que oscilam negativamente.
Segundo pesquisa Ipespe divulgada nesta segunda-feira (30), considerando apenas os votos válidos (sem votos brancos e nulos e dos indecisos), a vantagem de Rosalba Ciarlini é mais ampla e define a eleição no primeiro turno. A candidata do DEM teria hoje 58% das preferências contra 26% de Iberê Ferreira, 14% de Carlos Eduardo e 1% de Sandro Pimentel. Os números são parecidos com os de outros institutos.
É certo que Iberê vem crescendo nas pesquisas, mas é preciso que Carlos Eduardo também cresça para provocar o segundo turno. Sem o crescimento do pedetista dificilmente haverá segundo turno. As próximas pesquisas – a terceira do Ibope que será divulga hoje à noite – poderá sinalizar melhor o quadro sucessório. Saberemos se a vinda de José Serra, candidato à Presidência da República a Natal, foi bom ou ruim para Rosalba, já que a “Rosa” apóia o tucano e declarou isso em praça pública.
Contudo, independente do “desgaste” que Rosalba Ciarlini venha a sofrer por apoiar Serra, o crescimento de Carlos Eduardo, repito, é fundamental para provocar o segundo turno nas eleições do Rio Grande do Norte. A continuar patinando na casa dos 12, 14% a campanha de Iberê terá que ter uma oxigenação muito grande, como por exemplo, a vinda do presidente Lula ao estado junto com sua candidata à Presidência da República Dilma Ruosseff. Mesmo assim, o crescimento de Carlos continua a ser fundamental para Iberê.
Nesse ponto, eu discordo do ilustre jornalista e blogueira. Acredito que, pela diminuta estrutura, as intenções de voto de Carlos Eduardo estão dentro do esperado. Não há muita margem para que ele cresça além disso.
Por outro lado, pÃfio, a meu ver, está sendo o desempenho do governador-candidato Iberê que, mesmo contando com toda a máquina pública a seu favor, não consegue superar a faixa dos 25%, quando se sabe que o candidato do governo em estados nordestinos contam sempre com, no mÃnimo, 30%.
IBERE É FRAQUINHO,SE FOSSE CARLOS EDUARDO APOIADO PELO GOVERNO………TERÃAMOS 2 TURNO
!!!!!IBERE 31% DE REJEIÇAO !!
O marketing ruim e sem emoção, sem mostrar as inumeras realizações de Ibere e Carlos Eduardo, sem motivar o povo, só dar nisso.
Governar sem informar a população, sem prestar contas, dar nisso.