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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
O pior para a oposição é que contra Dilma não há nada!
O pedido de demissão do cargo da ministra-chefe da Casa Civil Erenice Guerra após uma série de matérias veiculadas por alguns órgãos da imprensa, contando acusações que envolvem familiares seus e ex-servidor lotado na pasta se reveste de uma análise mais aprofundada. O objetivo, todos sabem, era atingir a candidatura de Dilma Ruosseff (PT), em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto e com reais possibilidades de decidir a eleição presidencial já em primeiro turno.
O que realmente intriga a oposição é que apesar de Erenice ser considerada o “braço-direito” de Dilma – foi secretária executiva da candidata antes de assumir o cargo – os ditos “escândalos” em nada respingou na presidenciável de Lula. É correto dizer que tudo está sendo montado para desestabilizar a candidatura de Dilma Ruosseff. Ricardo Noblat diz em comentário que “A Casa Civil é o coração do governo. Dos três ocupantes que teve na Era Lula, dois caíram sob o peso de graves acusações – José Dirceu de Oliveira e Erenice Guerra. Um saiu para se eleger presidente”.
No caso, claro, Noblat se refere a Dilma Ruosseff, cuja única acusação que imputam a ela é o fato de ter sido “guerrilheira” na época da ditadura militar.
Essas denúncias certamente não terão muito impacto na eleição. Ainda hoje a Folha, em sua edição, afirma que apesar do intenso noticiário das últimas semanas sobre a quebra dos sigilos fiscais de tucanos, a corrida presidencial entrou em fase de alta estabilidade nas taxas de intenção de voto dos principais candidatos. Dilma Rousseff (PT) venceria a disputa no primeiro turno se a eleição fosse hoje. Segundo pesquisa Datafolha nos dias 13 a 15 deste mês com 11.784 entrevistas em todo o país, a petista tem 51%. Oscilou um ponto porcentual para cima em relação ao levantamento anterior, dos dias 8 e 9.
E completa: O levantamento comprovou que teve impacto mínimo até agora, quase imperceptível, o escândalo da quebra de sigilo de tucanos e da filha de Serra, Veronica. O Datafolha apurou que 57% dos eleitores tomaram conhecimento do assunto. Mas, apesar de a maioria conhecer o caso, só 12% se consideram bem informados a respeito. E é o que vai acontecer com as denúncias envolvendo Erenice Guerra.
O presidente Lula agiu rápido. Optou por demitir Erenice. Calcula que assim afastará o risco de maior desgaste da candidatura Dilma. É claro que Lula se mexeu mais rápido do que a oposição esperava e deu o xeque-mate. E por que Erenice caiu? Formalmente o pedido foi de demissão. Mas, na prática, obviamente que saíram com ela. A ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra foi forçada a deixar o cargo.
Erenice vinha sangrando no governo, desde o fim de semana, com a denúncia publicada pela revista Veja, de lobby na negociação de contratos com seu filho Israel Guerra. Ela entrou num processo de fritura maior ainda depois da nota inconveniente, em que associou o escândalo à campanha eleitoral e ainda subiu no salto, com um discurso petista de já ganhou na corrida presidencial.
É aquela história: Vão-se os anéis e ficam os dedos. O “bombardeio” de acusações contra a ex-ministra de certo continuará, mas a oposição ainda não encontrou o fio da meada que possa levar à Dilma Ruosseff. Então, provavelmente vai se repetir a história das denúncias da quebra dos sigilos fiscal.
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