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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
400 mil usuários sem transporte público. Isso é um abuso!
Os rodoviários estão deixando 400 mil usuários – trabalhadores, donas de casa, estudantes – sem transporte público em Natal desde a última segunda-feira (14).
Mesmo com as negociações tendo ocorridas na noite de ontem e mesmo com o procurador do Trabalho, José Diniz de Moraes entrando na Justiça pela suspensão do movimento grevista, os representantes do Sintro/RN decidiram que a categoria permaneceria em greve. Em caso de descumprimento da suspensão, o procurador pediu que a multa fosse elevada para R$ 50 mil e que o presidente do Sintro, Nastagnan Batista, seja preso.
Não sou contra a greve, que é um instrumento legal do trabalhador fazer suas reivindicações diante de supostas intransigências de patões ou governantes. O que não pode ocorrer é abuso e no caso dos rodoviários isso ocorreu. Ou seja, toda a frota de ônibus foi paralisada e com isso o maior prejudicado foi a população.
Uma coisa que me chamou a atenção é que nas negociações foi proposto um reajuste de 6% para a categoria, que só aceita 8%. Nesse ponto os empresários disseram que só podem dar os 8% se a prefeitura majorar as tarifas. Isso me soa estranho. Aliás, toda vida que tem greve de rodoviários o resultado é um aumento na tarifa do transporte público. Espero que a prefeita Micarla de Sousa tenha pulso forte na sua decisão, já anunciada, de não reajustar as tarifas.
O fato é que o instrumento da greve por parte dos motoristas de ônibus na capital potiguar foi ao extremo. Se querem provocar aumento de seus salários porque não trafegar sem cobrar a passagem? Isso evitaria o caos na cidade e levaria prejuízo ao empresário. Da forma que está sendo feita só leva a sociedade ficar contra o movimento.
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