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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
A NET desmistificou o teatro de Carlos
Desmistificaram, ou seja, desfizeram o teatro do candidato a prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), que tenta iludir o eleitor fazendo algo passar pelo que supostamente não teria acontecido, caso do seu alinhamento com a atual prefeita de Natal, Micarla de Sousa (PV), quando prefeito reeleito em que Micarla foi a sua vice, indicada pela sua hoje companheira de chapa, Wilma de Faria (PSB). Carlos tenta apagar isso da memória do povo.
E essa desmistificação partiu das redes sociais que levaram ao ar um vídeo – clique Aqui para ver – editado com a fala de Carlos, agora na atual campanha, criticando os adversários por terem apoiado Micarla e ele não. Neste mesmo vídeo, que rola na NET, ele – Carlos Eduardo Alves – pode ser observado caminhando na sua campanha a reeleição em 2004 ladeado por Wilma de Faria, então governadora do Rio Grande do Norte, e Micarla de Sousa, jornalista e apresentadora de TV e que nunca tinha participado da vida pública. Micarla foi levada à ser política por Wilma de Faria e Carlos Eduardo Alves. Estes sim, madrinha e padrinho político de Micarla. O resto é conversa pra boi dormir!
Antes do evento da internet era mais fácil os políticos ludibriarem o eleitor. Hoje não! As redes sociais estão patrulhando os políticos. Não há como fugir à realidade. Em questão de minutos, pronto, o vídeo está na internet, nas redes sociais, blogs e portais. O vídeo produzido por um internauta coloca Carlos Eduardo Alves em confronto com a sua própria fala. Seu discurso foi por água abaixo. A arrogância de Carlos Eduardo Alves sentindo-se superior aos outros concorrentes ao pleito e o “orgulho” de fazer oposição à Micarla de Sousa foram desmistificados. Agora não há como contra-argumentar. A NET desmistificou a encenação de Carlos Eduardo Alves.
O único candidato, entre os principais que disputam o pleito de 7 de outubro em Natal que pode falar que nunca esteve ao lado de Micarla, chama-se Fernando Mineiro, do PT. Este sim, até porque na última eleição para prefeito da capital potiguar a maior adversária de Micarla de Sousa era exatamente uma candidata do PT, a deputada Fátima Bezerra. Carlos Eduardo Alves orgulhar-se de que nunca esteve ao lado de Micarla de Sousa não passa de um engodo eleitoral. O engodo eleitoral foi desmontado em vídeo produzido não por seus opositores, mas por eleitores que pesquisaram na Internet e levaram à rede.
Muitos podem até questionar que o vídeo foi editado pegando a fala de Carlos Eduardo Alves agora no programa eleitoral, em que critica seus adversários por terem apoiado em algum momento a prefeita Micarla de Sousa, e as imagens de campanha de 2004 quando ele caminhava junto com Wilma e Micarla. E daí? Não houve montagem. A caminhada foi registrada em 2004 em vídeo e levada ao programa eleitoral na época. Portanto, tudo original, sem nenhuma montagem. Apenas períodos diferentes.
O que houve agora é que ao editar o vídeo, o internauta apenas fez comparações entre dois momentos distintos na vida do político Carlos Eduardo Alves. Um antes, quando estava de bem com Micarla de Sousa, e o depois, que é agora. Isto pra mostrar que Carlos Eduardo Alves não tem o direito de falar dos seus oponentes no pleito, até porque em algum momento esteve ao lado de Micarla. O resto é blá, blá, bla!
Acho que não é o caso da net desmistificar isso ou aquilo, inclusive na política e em campanha eleitoral. Quase todos os políticos aqui, do Rio Grande do Norte, já “viraram a casaca”, de um lado para outro, vira e mexe, então não é privilégio desse ou daquele político estar de um lado numa campanha, ser adversário e uma e aliado em outra. Vários exemplos existem por ai afora.
É em campanha presidencial, para governo, prefeituras, pra vereador, as conveniências políticas mudam, a cada eleição.
O mais difícil é torcedor de futebol mudar de camisa, e conheço alguns que já “viraram a casaca”, com uma diferença, a maior parte viraram de criança, na adolescência…
Talvez o que falte, é memória e uma boa educação política a maioria dos eleitores, o que passa também por uma boa educação na escola, embora votar bem, também não seja privilégio ou exclusividade de quem tenha um bom grau de escolaridade.
Uma correção ai, “a maior parte virou a casaca”…:”a pressa é inimiga da perfeição”, já diz o ditado popular…