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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
O TSE e suas contradições
De que adianta uma campanha no rádio e na televisão para ressaltar a importância de se eleger candidatos ficha limpa, se o próprio TSE (Tribunal Superior Eleitoral) se contradiz ao que diz a Lei, de iniciativa popular? Ora, o TSE decidiu que o fato de um administrador ter as contas de sua gestão rejeitadas não é motivo para impedi-lo de ser candidato. Então, sendo assim não deveria fazer campanha na TV pregando a necessidade de se eleger candidatos ficha limpa, porque ao pé da letra quem tem suas contas rejeitadas, seja pelos Tribunais de Contas ou Câmaras Municipais é um ficha suja, afinal, o dinheiro é público e como tal deve ser zelado e quem tem contas rejeitadas não pode ser considerado um ficha limpa.
É como disse Carlos Thompson, membro da Corte de Contas do Rio Grande do Norte, ao ser ouvido pela revista IstoÉ, que circula neste fim de semana, sobre o assunto:
– Os ministros (do Tribunal Superior Eleitoral) dilaceraram o papel e a importância das decisões dos órgãos de controle.
E é verdade. Se as Cortes de Contas e as Câmaras Municipais rejeitam eventualmente contas de administradores públicos e a Corte maior de Justiça Eleitoral não dá tanta importância a isso, de que adianta se ter uma lei que prega o ficha limpa se ela não é cumprida ao pé da letra. No mínimo isso é uma incoerência, para não ter que dar outro nome.
O povo brasileiro mais uma vez está sendo enganado. Uma lei de iniciativa popular está sendo atropelada pelo Tribunal Superior Eleitoral. A propaganda do TSE na televisão é só pra inglês vê, pois que os políticos fichas suja que tiveram suas contas desaprovadas quer seja pelo TCE, quer seja pela Câmara Municipal vão poder concorrer as eleições livre, leve e solto.
Besta aquele eleitor que pensa que o Brasil está mudando no aspecto político-eleitoral. Qual nada, os maus exemplos vêm mesmo das cortes de justiça. Quando se pensava que a Lei do Ficha Limpa, que obteve mais de 1 milhão se assinaturas tinha vindo para ficar, o Tribunal Superior Eleitoral a dilacera.
Felizmente o eleitor ainda tem uma grande “arma” na mão, que é o voto para evitar que o político ficha suja se eleja. Resta saber se todos estão conscientes disso, pois que votar em candidato ficha suja, ao que parece, pode, ao contrário do que prega o TSE em sua campanha. Portanto, atenção eleitor, muita atenção ao escolher aquele que vai representar os destinos da sua cidade durante os próximos quatro anos, seja ele candidato a vereador ou a prefeito. A conferir!
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