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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

Natal devia seguir o exemplo de Belém

Estou deixando hoje Belém, após cinco dias de estadia na capital do Pará, onde viemos, eu e família, para a formatura do meu filho Raphael no curso de Adaptação à Segundo Oficial da Marinha Mercante no CIABA (Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar). Confesso que, apesar do turismo em Belém não ter um grande potencial como Natal, minha terra, ainda assim se faz turismo com profissionalismo.

A título de exemplo cito o passeio pelo rio Guajará que vem a ser um braço do Tocantins assim como o rio Pará ao preço mórdico de apenas R$ 2,00. O passeio foi a Ilha do Cumbu, onde existem bares em espécie de palafitas. Posso citar ainda a Estação das Docas, onde existem bares e restaurantes com vista panorâmica para o Tocantins, sem falar no famoso Mercado Ver o Peso que está em reforma, além do belíssimo Teatro da Paz, que remonta a época áurea da exploração da borracha.

Estou falando sobre isso para dizer que tendo Natal um grande potencial turístico deveria explorar melhor isso não ficando apenas nas belíssimas praias que o Rio Grande do Norte oferece. O rio Potengi, por exemplo, deveria ser explorado com passeios turísticos com visitações ao Monumento aos Mártires, em São Gonçalo do Amarante, as ruínas da Casa do Empório, em Macaíba e até mesmo uma passagem para fotos da ponte de ferro que agora o Ministério Público quer que tanto o governo como a prefeitura de Natal revitalize esse importante patrimônio histórico e porque não dizer cultural de nossa cidade.

Belém, apesar de desfrutar das belezas naturais da região Amazônica não tem o mesmo potencial turístico que Natal tem, até pelo fato de que a capital do Rio Grande do Norte e os municípios que fazem proximidade com ela oferecem belas praias, além do que o sol, que praticamente brilha os 365 dias do ano, sem dúvida nenhuma é outro grande atrativo para o turista, o que já não ocorre com a capital do Pará que é conhecida pelas chuvas diariamente. Mas turismo não é só praia.

Belém, parece, partiu para alternativas que em Natal não se vê, como já falei no início deste texto. Tão logo possa postarei aqui no blog algumas fotos para comprovar o que estou dizendo. Museus, áreas de preservação ambiental, como Zoo e Jardim Botânico, são coisas que o turista pode encontrar em Belém, o que, certamente falta a Natal, onde sobram somente praias para o turista visitar. E só!

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