E-book

Baú de um Repórter

O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.

Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

Governos em crise

Não se espere muito dos atuais governadores. Os estados estão literalmente quebrados. A própria presidenta Dilma Ruosseff afirmou nesta quarta-feira (30), na abertura de reunião com governadores de todos estados, que a redução da inflação é a condição para um novo ciclo de expansão da economia. Ela defendeu as medidas adotadas pelo governo para controle de gastos e alertou que projetos em tramitação no Congresso vão gerar mais despesas, se aprovados, e podem afetar os estados.

O portal de notícias G1 diz hoje que as contas do governo registraram em 2015 o pior resultado para o primeiro semestre de um ano desde o início da série histórica, em 1997, segundo números divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional nesta quinta.

Nos seis primeiros meses deste ano, foi registrado um déficit primário (receitas menos despesas, sem contar os juros da dívida pública) inédito de R$ 1,59 bilhão, segundo números oficiais. Em igual período do ano passado, foi registrado um superávit de R$ 17,35 bilhões. Até então, o pior resultado para o período havia ocorrido em 1998 (superávit de R$ 3,06 bilhões).

O governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria, decretou um limite para que todos os poderes do estado fixem suas despesas dentro do orçamento de 2015 com o propósito de não projetar gastos que não possam caber no orçamento, relata o portal Noar.com

Originalmente, a peça orçamentária anual já prevê esse limite, mas Robinson o reduziu porque houve frustração na arrecadação da receita. De acordo com o Decreto nº 25.394, essa frustração foi de R$ 65.250.000,00 no primeiro semestre deste ano.

A receita primária arrecadada para o 1º semestre de 2015 alcançou o montante de R$ 3.024.875.000,00. O previsto, contudo, era de R$ R$ 3.090.125.000,00. A diferença equivale a 2,11%, obrigando o Executivo a reprogramar o orçamento do Estado. Se a medida for cumprida, terá impacto na rubrica de ‘restos a pagar’ de 2016, onde se contabiliza o que foi contratado e não pago em 2015, completa o portal.

Portanto, temos aí uma situação econômica crítica em todo o país com governos em crise, a volta do velho pires não mão e o que é pior, quem poderia ajudar também está de pires na mão.

O governo do estado, por exemplo, se esforça em colocar a folha de pagamento de pessoal em dia. Menos mal. Mas setores vitais como Segurança, Saúde e Educação, podem ter que pagar a conta com redução de investimentos. O que, convenhamos, é lamentável.

Diante de tal situação, só nos resta torcer para que a crise econômica não se agrave com o momento de instabilidade política que vive o país.

A conferir!

Compartilhe:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *