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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

A falta de educação das pessoas. Ou melhor, o egoísmo

Vez ou outra vejo nas redes sociais reclamações de que no Brasil não se respeita o direito do outro. É verdade. A falta de educação e o egoísmo das pessoas fazem provocar a revolta de quem está acostumado a respeitar o direito dos outros. Hoje mesmo dois fatos me chamaram a atenção no twitter: Primeiro, logo cedo, o colega e amigo Vicente Neto postou uma foto de carros fazendo uma terceira fila numa rua de mão dupla, em Natal. Leia meu comentário sobre o assunto clicando Aqui. Horas depois, também no twitter, o jornalista Luís Nassif postou uma foto de um carro num local que não era destinado a estacionamento. As duas coisas se tornaram comum neste país varonil, infelizmente!

A falta de educação e o egoísmo das pessoas que só pensam nelas é tão gritante que nem nos estacionamentos destinados a idosos e portadores de algum tipo de deficiência são respeitados. Isso acontece em shoppings, supermercados e afins. Outro dia, só para ilustrar o texto, me deparei com uma cena absurda num supermercado conhecido em Natal. Um cidadão de meia idade estacionou o seu automóvel num local resguardado a pessoas portadoras de deficiência, quando no subsolo do estabelecimento existiam vagas suficientes para estacionar o seu carro.

Pois muito bem: ao presenciar aquilo procurei o vigilante do supermercado que tomava conta do estacionamento. Mostrei a ele que aquele senhor estava errado, pois que existiam vagas para ele estacionar o seu carro no subsolo. O vigilante me disse que aquilo já era comum por parte do tal cidadão e que ele e outros colegas já haviam levado ao conhecimento da gerência do estabelecimento o fato, mas que não adiantou. O homem sempre que vai a esse supermercado só estaciona em local destinado a portadores de deficiência ou idosos. Com detalhe: nunca no subsolo. Segundo o vigilante, o homem alega que as vagas especiais ficam mais próximas a entrada do supermercado. Legal isso, não?

Daí se concluir que os próprios estabelecimentos comerciais contribuem para essa falta de educação de algumas pessoas. Num caso desses, era para anotar a placa do carro e anunciar no microfone da loja para todo mundo ouvir e constranger o mal educado. Mas não, fica por isso mesmo.

Em síntese: o brasileiro só deixa de ser mal educado e egoísta quando dói no bolso. Veja o caso da fila tripla que falei no início do texto. Na hora em que os “espertalhões” forem multados por estarem, de certa forma, cometendo uma infração, inclusive colocando a vida em jogo de outras pessoas, certamente vão começar a obedecer a fila dupla e aguardar, sem o “nervosismo de costume’, a espera do semáforo abrir. A conferir!

 

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