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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

A força política contra o apelo popular. Não tem ainda como mensurar

A campanha política no Rio Grande do Norte só deve começar mesmo pra valer depois do final da Copa. Até lá muita conversa e reuniões para discutir estratégias e definir agendas. Mas as linhas já estão definidas pelos marqueteiros dos dois principais candidatos ao governo do estado, Henrique Alves (PMDB) e Robinson Faria (PSD).

Pela própria estimativa de gastos declarada pelos dois candidatos junto ao Tribunal Regional Eleitoral já dá para perceber a diferença de forças. Henrique calcula um gasto em torno de R$ 40 milhões. Robinson algo estimado em R$ 18 milhões. Henrique já usa o discurso da união entre as forças políticas. Robinson recorre  ao apelo popular, ou seja, um discurso direcionado ao povo.

Henrique prega a mudança – se comparado ao atual governo do DEM. Robinson vai tentar convencer o povo de que a verdadeira mudança é ele, pois que ao lado de Henrique estão sete ex-governadores.

A bem da verdade, a campanha para governador no Rio Grande do Norte não pode ser mensurada pela força política da coligação “União pela Mudança”, que dá sustentação política-eleitoral a Henrique Alves, e que reúne no mesmo palanque históricos adversários políticos, nem pelo apelo popular da coligação “Liderados pelo Povo” que dá sustentação politica-eleitoral a Robinson Faria, e  que tem ao seu lado o PT e o PCdoB, além de outros sete partidos todos apoiando a candidatura da presidenta Dilma Ruosseff a reeleição.

O que vai dimensionar o espaço dos dois principais candidatos à sucessão estadual, sem dúvida nenhuma, é a postura de cada um diante de um eleitorado escaldado de promessas vazias. Se por um lado Henrique tem a força política ao seu lado, Robinson diz que o peemedebista é o mesmo do mesmo,  mas, não esquecendo que o poderio político caminha lado-a-lado com o poderio econômico.

Diria até que Robinson enfrentará uma coluna de tanques, e que sua ousadia evitou que tivéssemos no Rio Grande do Norte uma eleição cartorial. Contudo, todos sabemos que Henrique ao decidir disputar o governo do estado não queria correr risco e juntou ao seu lado um verdadeiro exército com grande poderio bélico na tentativa de neutralizar os adversários. Mas Robinson se diz o candidato da resistência.

Portanto, não tem ainda como mensurar o tamanho da força de cada um.

A conferir!

 

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