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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
A peseudo reforma política se foi
No mês passado o blog realizou uma enquete onde foi indagado do leitor se ele acreditava numa reforma política séria neste Brasil velho de guerra. O resultado não surpreendeu. 50% dos que responderam disseram não acreditar na seriedade da proposta e outros 50% afirmaram não passar de um arremedo. Ou seja, 100% das pessoas que responderam a enquete já não acreditavam nessa pseudo reforma política.
Menos de um mês depois o presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), leva a proposta do relator da matéria deputado Henrique Fontana (PT-RS) à votação, conforme havia dito em campanha à presidência da Casa, e o que se observou foi um verdadeiro fiasco. Por falta de acordo a pseudo reforma sequer foi votada e já dizem que foi a óbito.
Repito o que já havia dito aqui neste espaço: as pessoas estão sectárias quanto a esta reforma que já vem se arrastando há alguns anos sem sair do papel. Os interesses dos políticos por essa reforma se contradizem. Daí o sectarismo das pessoas. Contudo, há de se observar que a Câmara não pode mais postergar essa reforma política que se faz urgente e necessária. Há pontos polêmicos na proposta do relator da matéria, como de hábito em tudo na Câmara Federal, mas isso tem que ser discutido. E com falta de consenso nunca haverá essa discussão.
Infelizmente a classe política costuma jogar pra plateia e é isso que está se verificando não só com a reforma política, como a tributária e a da previdência. Três reformas importantes que ao que parece, pelo desdobramento ontem da “votação” da pseudo reforma política, nunca sairão do papel. Ou melhor, dos discursos. A conferir!
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