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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

A rebeldia de Henrique Alves foi levada à bancada governista

Do líder do PMDB, Henrique Alves (RN), ao ouvir de Ideli que o Executivo não pagaria os “restos”:

– Antes que a bancada se rebele, me rebelo eu. É um desrespeito à Câmara.

A declaração do peemedebista foi publicada ontem aqui neste espaço.

Pois muito bem: O governo decidiu prorrogar por mais três meses o prazo do decreto que prevê o pagamento de emendas previstas no Orçamento de 2009, os chamados “restos a pagar”. A informação foi repassada ontem (29) à noite pela ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, a líderes da base governista. Por conta da possibilidade do cancelamento de emendas, a sessão da Câmara foi derrubada. Integrantes da base ainda ameaçaram votar propostas como a Emenda 29 e a PEC 300 nos próximos 15 dias.

O fato é que a base governista, assim como “profetizou” Henrique Eduardo Alves, decidiu acompanhar o seu ato de rebeldia e durante toda a quarta-feira, parlamentares aliados se movimentaram para fazer com que o Palácio do Planalto anunciasse a prorrogação. O Decreto 7.468/11 estabelece hoje como prazo final para o início das obras com emendas empenhadas.

Henrique Alves está se mostrando um articulador “rebelde”. E o governo Dilma está numa saia justa diante de sua própria bancada na Câmara e do seu maior aliado, o PMDB. É aquele velho ditado: Se ficar o bicho come, se correr o bicho pega. Ou seja: Não tem saída. Ou aceita as imposições dos aliados ou corre o risco de ter projetos derrotados sobretudo na Câmara.

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One Response to Editorial

  1. helder disse:

    afinal de contas os cangaceiros eram ou não

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