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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Antes tarde do que nunca
O Globo diz hoje que diante da proliferação de aposentadorias de ex-governadores, revelada pelo jornal semana passada, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou ontem que o Ministério Público estuda uma série de ações para suspender o pagamento dos benefícios. Gurgel afirmou que não é razoável pagar pensão vitalícia a administradores que ficam por apenas quatro anos no mandato.
Ele lembrou que os estados poderiam se antecipar às medidas judiciais e revogar as aposentadorias, considerando que o STF (Supremo Tribunal Federal) já concluiu – ao analisar o caso específico de Mato Grosso do Sul, do ex-governador Zeca do PT (em 2007) – que o pagamento é ilegal.
Menos mal. Antes tarde do que nunca. Essa prática nefasta tem que acabar mesmo. O político tem que escolher a que aposentadoria pretende ter e não acumular como há casos. O próprio senador José Agripino Maia (RN), líder da bancada do DEM no Senado, recebe uma gorda aposentadoria por já ter sido por duas vezes governador do Rio Grande do Norte. São R$ 11 mil mensais que somados ao salário de senador que a partir de fevereiro será de parcos R$ 26 mil, já chegam a R$ 37 mil/mês.
Isso é uma vergonha e nem o “paladino da moralidade” no Congresso Nacional escapa. O senador gaúcho Pedro Simon (PMDB) que reequereu aposentadoria após 20 anos ter sido governador do Rio Grande do Sul. O motivo: o mais estapafúrdio possível. Não aguentava mais ver sua família deixar de viajar a Europa enquanto seus vinzinhos faziam isso. O dinheiro que ganha como senador, segundo o próprio, é muito pouco.
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