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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

nani (9)Brasília em polvorosa

Depois do Petrolão a capital federal nunca mais foi a mesma. O Congresso Nacional deve está em polvorosa. O procurador geral da República Rodrigo Janot, segundo o jornalista Lauro Jardim, passou o fim de semana lendo a delação premiada de Alberto Yousseff. Pretende enviá-la para Teori Zavascki até sexta-feira, último dia de trabalho do Judiciário este ano. Zavascki precisa homologar a delação, que contém cerca de 30 nomes de políticos com foro privilegiado (ou seja, deputados, senadores e governadores) também citados no depoimento de Paulo Roberto Costa.

Ressalte-se que no STF (Supremo Tribunal Federal), o ministro Teori Zavascki é o responsável pelos processos da Lava Jato e é ele quem homologa as delações que citam políticos – como fez, por exemplo, no caso do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. Na lista já em poder de Zavascki constam alguns figurões da República que pode ser engordada ainda mais antes do início do recesso forense.

Em entrevista a jornalistas há duas semanas, Rodrigo Janot havia dito que, com base no depoimento de Youssef, terá condições de avaliar quais suspeitos da Operação Lava Jato serão investigados no Supremo e quais ficarão sob a responsabilidade da Justiça Federal do Paraná.

Há de se dizer que o Natal e o Revéillon não será igual aos de anos anteriores para muitos políticos. Aliás, Lauro Jardim lembra que com a chegada da temporada de festas de fim de ano, bateu depressão nos empreiteiros presos há um mês. Se não saírem agora, só em fevereiro terão nova chance, após o recesso do Judiciário.

E tome xilindró!

O crime desta vez parece não será recompensado. Acostumados a grandes festas – e porque não dizer bacanais – com dinheiro público após licitações viciadas envolvendo superfaturamento de obras do governo, algumas dezenas de políticos e outras dezenas de empresários da construção civil terão que se acostumar a frequentar as páginas policiais e não  mais as páginas de política e de economia dos jornalões. Os verões não mais serão em Angra dos Reis em passeios de lanchas e iates luxuosos ao lado de mulheres bonitas. Os banhos de sol agora estão sendo no pátio da Polícia Federal em Curitiba (PR), para os tubarões de empreiteiras. E, se espera, que para os políticos, num futuro próximo, seja na Papuda.

A conferir!

Charge: Nani

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