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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Depois das ruas quem deu o recado foi Francisco
Após as ruas terem dado o recado à classe política agora foi a vez do Papa Francisco, que está no Brasil para a Jornada Mundial da Juventude. Neste sábado, o Papa recomendou um “diálogo construtivo” diante das manifestações sociais que ocorrem no Brasil desde junho, em um discurso para autoridades brasileiras no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
O papa foi direto no cerne da questão ao colocar que o povo deve ser ouvido. Se estavam esperando um pronunciamento sobre os protestos por parte do Pontífice, este foi feito hoje. Não ficou nenhuma dúvida quando o Papa Francisco disse que “entre a indiferença egoísta e o protesto violento, há uma opção sempre possível: o diálogo. O diálogo entre as gerações, o diálogo com o povo, a capacidade de dar e receber, permanecendo abertos à verdade”.
Que os políticos vistam a carapuça da vergonha e que ouçam verdadeiramente o clamor das ruas sem maquiagem. Que os corruptos sejam punidos, e que haja verdadeiramente educação, saúde e segurança pública para o cidadão brasileiro. Foi isso, exatamente isso, que Francisco quis dizer em seu discurso hoje no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Não fiquemos nas discussões estéreis sobre que governo foi mais corrupto. Não faz diferença quando todos os são. O Papa Francisco entendeu o protesto das ruas. Quem não entendeu, ou finge não entender é a classe política brasileira que continua brincando do faz de conta. O Papa deixa o Brasil neste domingo após uma semana em território brasileiro. Que o recado dado aos políticos seja compreendido. Assim se espera.
O primeiro Papa latino-americano também convocou os líderes a trabalhar com responsabilidade e para o bem comum.
– O futuro exige de nós uma visão humanista da economia e uma política que alcance cada vez mais e melhor a participação das pessoas, evite o elitismo e erradique a pobreza, ressaltou o Pontifíce.
Não custa lembrar que fartos da corrupção que atinge a política brasileira, da péssima qualidade do transporte, da saúde e da educação públicas, além dos milionários gastos com a Copa do Mundo de 2014, mais de 1 milhão de pessoas – sobretudo jovens – saíram às ruas de todo o país em junho, em protestos que terminaram, muitas vezes, em confrontos violentos com a polícia, saques e destruição.
Charge: Nani
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