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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Desaprovação das contas de Carlos é oficializada no DOM
A publicação nesta terça-feira no DOM (Diário Oficial do Município) do documento que oficializa a reprovação das contas do ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves, referente ao último período de sua gestão – 2008 -, decreta praticamente a judicialização das eleições na capital potiguar.
Diz o artigo primeiro do documento, assinado pelo presidente da Casa, vereador Edivan Martins e mais os colegas Júlio Protásio e Albert Dickson.
– Fica reprovada a prestação de contas referente à gestão econômico-financeira, patrimonial, operacional e contábil do exercício financeiro de 2008, de responsabilidade do Chefe do Executivo Municipal, Carlos Eduardo Nunes Alves, uma vez que a partir da análise minuciosa da vasta documentação apresentada erigiu a definitiva conclusão de que se configuraram irregularidades relevantes tidas como insanáveis, haja vista configurar ato doloso de improbidade administrativa, bem como flagrante desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal, de forma a não acatar o Parecer Prévio de aprovação com ressalvas apontado pelo douto Tribunal de Contas – TCE.
Resta à Carlos Eduardo Alves apelar agora as instâncias judiciais, o que certamente já deve está cuidando, não só aqui, mas como em Brasília também, seguro morreu de velho. É fato e notório que a sua pretensa candidatura novamente ao cargo de prefeito de Natal, foi abalada com a decisão da Câmara Municipal de não aprovar suas contas relativas ao último período em que foi prefeito da capital potiguar. Isso, inclusive, pode atingir também as pretensas alianças político-partidárias do seu partido, o PDT.
Carlos, é correto dizer, poderá concorrer ao cargo de prefeito de Natal sub judice. O que também não será nada confortável, tendo em vista que terá duas batalhas: a da campanha, propriamente dita, e a da Justiça. O fato é que os “pauzinhos” para evitar a judicialização do pleito já começaram a se mover por parte do pedetista. A conferir!
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