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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

Discurso do papa bem se aplica à política brasileira

Ao criticar a “hipocrisia religiosa” e dizer que a “Igreja estava desfigurada”, na primeira aparição pública após a renúncia, Bento XVI usou a homilia de Quarta-Feira de Cinzas para criticar os que estariam “instrumentalizando Deus” e deu indicações de que a divisão da Igreja pesou em sua decisão. Pois o discurso do papa caiu como uma luva sobre a política brasileira.

O governo Dilma começa a enfrentar um certo tipo de hipocrisia por parte de um aliado de primeira ordem. Falo do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que ensaia sair candidato à Presidência da República nas eleições presidenciais do próximo ano e ao mesmo tempo diz que não. Agora afirma que só fala de sucessão em 2014. Pura hipocrisia, pois que anda como que instrumentalizando partidos da base aliada para o seu projeto político.

Assim como o papa Bento XVI disse na sua homilia que  “a divisão do clero” e “a falta de unidade” estão “desfigurando a Igreja”, a “divisão” dos partidos da base aliada estão desfigurando o governo Dilma. Campos começa a provocar discórdias na base aliada quanto a Dilma ser candidata a reeleição. Isso é um fato inconteste. Agora mesmo se fala que o PDT poderá apoiar o governador de Pernambuco caso ele decida sair candidato a sucessão presidencial. Bento XVI recordou que, no texto bíblico, Jesus denuncia a “hipocrisia religiosa, o comportamento que quer aparecer, as relações que buscam o aplauso e a aprovação”. 

Pois muito bem: Eduardo Campos parece seguir esse caminho, ou seja, o comportamento de quem quer aparecer na mídia, as relações que buscam o aplauso e a aprovação. Não sem razão a presidente Dilma cancelou uma viagem que faria a Pernambuco, terra natal de Eduardo Campos.

O comportamento do governador de Pernambuco ao invés de fortalecer o governo Dilma só faz prejudicar. Ele afirmou que só falará em sucessão em 2014, mas vira e mexe toca no assunto. É mesmo o comportamento de quem quer aparecer. A conferir!

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