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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Documentos recuperados pela PF respaldam delação premiada, assim entendo
A despeito da nota divulgada pelo presidente da Câmara, deputado Henrique Alves (PMDB-RN), sobre a citação do seu nome na delação premiada do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, colocando que nunca pediu nem recebeu quaisquer recursos por meio deste senhor, e que as insinuações publicadas pela revista Veja, de forma genérica e sem apresentar evidências sobre o seu nome, não podem ser tomadas como denúncia formal nem fundamentada e que foram feitas em um processo de delação premiada, sem apresentação de provas, e que delação premiada exige provas, devo dizer que uma outa revista semanal, a Época, traz reportagem corroborando as denúncias do ex-diretor da estatal mostrando que existem sim documentos que provam o que denunciou Costa à Polícia Federal.
Segundo a Época, quando os policiais federais chegaram ao apartamento do investigado Paulo Roberto Costa, no bonito condomínio Riomar IX, na Barra da Tijuca, no final de março, tinham a missão de prender um dos clientes do doleiro Alberto Youssef, alvo de uma operação por lavagem de dinheiro. Não sabiam quem ele realmente era. Sem saber também que era monitorado pelos policiais, assim que soube que estava para ser preso, Paulo Roberto correu para o telefone e ordenou que familiares fossem a seu escritório e destruíssem computadores e documentos. Os federais não sabiam que Paulo Roberto não era um mero cliente de doleiro. Não sabiam que ele fora um poderoso ex-diretor de Abastecimento da Petrobras entre 2004 e 2012, bancado por um consórcio formado por PT, PMDB e PP.
A publicação concorrente da Veja que segundo Henrique trouxe uma reportagem de forma genérica e sem apresentar evidências sobre o seu nome, afirma que ao rastrear os telefonemas dados por ele – Paulo Roberto – no momento de desespero, uma equipe da PF foi ao escritório e encontrou tudo vazio. As imagens feitas por câmeras internas identificaram que duas filhas e genros de Paulo Roberto saíram do local carregando um vasto material. Na semana passada, cinco meses depois, entende-se o desespero de Paulo Roberto naquele momento para esconder seus arquivos. Todos foram recuperados pela polícia e esmiuçados. Após enfrentar meses na cadeia, ele começou a contar o que sabe.
Dito isto, caro leitor, o que supõe-se é que a delação premiada do ex-diretor da Petrobras sobre as tenebrosas transações ocorridas no Congresso Nacional subtraindo recursos da estatal brasileira do petróleo, tem o respaldo dos arquivos recuperados pela Polícia Federal no escritório de Paulo Roberto Costa, o que nos leva a dizer que a reportagem da Veja não é nenhuma peça de ficção. Saliente-se que outra concorrente da revista, a IstoÉ também deu destaque ao assunto, levando a sua reportagem o título “Propinobrás”, “ex-diretor da Petrobras revela o esquema criminoso que o PT e seus aliados montaram na maior estatal do país”.
Tentar desqualificar o depoimento do ex-diretor da Petrobras à Polícia Federal, quando sabe-se que existem documentos que provam o que o delator do esquema disse, e pedir que todos fiquem atentos à manipulação do episódio na campanha eleitoral por candidatos sem respeito pela verdade dos fatos, como finaliza Henrique Alves em sua nota à imprensa, me parece uma situação de desespero quanto ao desenrolar da campanha em seu último mês, mesmo ele estando liderando as pesquisas de intenção de voto. Se faltava um fato novo nesta campanha este fato novo surgiu.
A conferir!
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