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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Editorial

Editorial

Duas derrotas seguidas: estaria o sinal amarelo aceso para o acordão?

Coincidência ou não fato é que é muito sintomática as duas derrotas sofridas pelo acordão em duas eleições suplementares ocorridas em menos de um mês no interior do Rio Grande do Norte. A primeira em Mossoró, segundo maior colégio eleitoral do estado, em que o candidato apoiado pelo vice-governador Robinson Faria (PSD), pré-candidato a sucessão estadual, e pela deputada Fátima Bezerra (PT), pré-candidata ao Senado, Francisco José Lima Silveira Júnior, foi eleito prefeito. Agora o petista Francisco Geraldo de Paula, saiu vitorioso no município de Ipanguaçu.

Os dois derrotaram nas urnas os candidatos do que se convencionou chamar de acordão entre o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), pré-candidato a governador, e a vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria (PSB), pré-candidata ao Senado. Em Mossoró o candidato de Robinson e Fátima derrotou a candidata de Henrique e Wilma, a deputada estadual Larissa Rosado (PSB). Em Ipanguaçu o candidato de Robinson e Fátima derrotou o candidato de Henrique e Wilma, a peemedebista Maria Rizomar que concorreu com o nome, o número e, na urna eletrônica, com a fotografia do substituído, José de Deus Barbosa Filho (PMDB), condenado a perda dos direitos políticos por oito anos, pela prática de improbidade administrativa,

Me parece que o eleitor começa a sinalizar, através do voto, que não concorda com a chapa do acordão ao governo do estado. O interior já sinaliza isso. Posso até está equivocado, pois em política cada eleição é um processo diferente. Mas que há algo no ar e que não é avião de carreira, há, isso há. Fala-se em pesquisas qualitativas internas de que já existiria um  empate técnico entre os candidatos Henrique Alves e Robinson Faria para o governo do estado, da mesma forma entre Wilma de Faria e Fátima Bezerra para o Senado. A se ter como parâmetros as duas eleições suplementares é possível que isso esteja realmente sendo retratado.

Repito o que já disse em outras ocasiões aqui mesmo neste espaço. Henrique Alves só entraria nessa disputa ao governo do estado se corresse pouco risco de não se eleger. Para isso formou um grande guarda-chuva onde estão abrigados correligionários, ex-adversários políticos e até desafetos objetivando somar o maior número de partidos numa aliança que lhe pudesse dar não só o maior numero de espaço no programa eleitoral, hoje o grande palanque, mas, sobretudo, angariar votos, sejam eles votos de verde, vermelho, azul,amarelo etc e tal. Contudo, o tiro pode está começando a sair pela culatra. O povo parece realmente que não aprova o acordão.

Por outro lado, Robinson Faria tido como um candidato não competitivo que diziam ter votos só no Agreste, dá a impressão que ganhou novo gás com a aliança com o PT, sobretudo tendo ao seu lado como pré-candidata ao Senado, a atuante deputada federal Fátima Bezerra. Há de se dizer que  o discurso contra o chapão já começa a ter efeito. Resta saber se Robinson e Fátima vão aguentar, quando começar efetivamente a campanha, o rolo compressor que deve vir por aí.

A conferir!

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